CASO CLÍNICO: Homem, caucasiano, 30 anos, músico (já ouviram falar em "karma cíclico"? Eu tenho com músicos, publicitários, dentistas e malabaristas do Circo Vostok, mas isso já é outra história), 1,98m, olhos castanhos claros, cílios clarinhos e cabelos longos ao estilo "maestro". Eu achava bonito, não MIM julguem, pode acontecer com qualquer um de vocês.
Acontece que tenho uma família meio musical e entre os aspirantes ao sucesso da família Jones, está minha irmã, que faz algumas estripulias no violino. Como toda musicista, ela tem muitos amigos músicos e certa vez, ela cismou de me apresentar dois amigos que tocavam violino em orquestra.
Os dois eram lindos, mas um deles era de boa família, já tinha morado na Rússia, falava 5 idiomas, era maestro, tocava além do violino, piano, era cavalheiro e parecia muito respeitador. O outro era um tanto petulante, tinha ar de superior, nem era tão bonito assim e era suplente do suplente do suplente na Orquestra da UNICAMP.
Adivinhem qual deles gostou de mim?
Acertou quem disse "o primeiro", perfeito e encantador.
Adivinhem de qual deles eu gostei?
É, isso mesmo. Gostei do tranqueira. Lógico!
Como não sou boba nem nada (muito menos ele), combinamos de eu ir assistir uma de suas apresentações e logo após o concerto, eu daria (êpa!) umas voltas com ele pela cidade. Tudo sucedeu-se na mais perfeita ordem e método. Começamos a namorar firme.
(Adoro esta expressão: "Namorar Firme". Sempre fico imaginando o que seria "Namorar Mole" ou "Namorar Frouxo").
Conheci mãe, pai, cachorro, terapeuta e todos os níveis de pessoas que devemos conhecer quando estamos num "Namoro Firme". Ele conheceu meu afilhado, o que já é o máximo de intimidade que um cara vai conseguir comigo no quesito "infiltração familiar". Sou destas que odeiam dar explicações na hora de justificar porque a relação não deu certo, principalmente porque elas nunca dão (e meus parentes são bem futriqueiros).
Ele era atencioso, carinhoso, educado, inteligente e inclusive aquela petulância toda do começo deu lugar a uma pessoa extraordinária. Extraordinariamente retórico, quero dizer. Tinha o dom da oratória em todos os poros daquele corpo alvo mais que a neve, livre de pêlos e impurezas. Ele sempre tinha justificativas plausíveis para ausências, explicações totalmente factíveis para todo o tipo de falha. E era aí que morava o perigo, já que eu, ingênua, nunca desconfiei de nada.
Músicos viajam. Marinheiros viajam. Qual deles tem um amor em cada porto? Exato, meu músico!
Descobri da forma mais clichê possível: fazendo uma surpresa numa cidade pequena do interior de São Paulo. Fui ver sua apresentação, achando que ele ficaria com lágrimas nos olhos. Lêdo engano. Lá, ele tinha uma tal de Luisa, tão encantadora quanto a de Chico Buarque. Eu a descobri por acaso, sentada ao lado de minha adorável cunhada (irmã do Doido) e depois de mãos dadas com o Doido Violinista, na coxia do anfiteatro, logo após o brilhante concerto (esta frase foi carregada de sarcasmo. Obrigada pela compreensão.).
Depois disso, descobri todas as outras. Uma no Pará, uma no Espírito Santo (bendita seja), uma em Santa Catarina e várias (sim várias) nas cidades próximas à Campinas. Nem perguntem como eu as descobri, nem perguntem!
DIAGNÓSTICO: Mal de Músico – os músicos que me desculpem, acho ótimo, mas né? Toda vez que eu tento dar uma chance a algum exemplar da categoria, acabo me estrepando. Antes eu achava que o problema era eu, mas com o tempo, percebi que isso é uma espécie de comportamento padrão. Algum de vocês tem explicação (ou até justificativa) para isso? Não vale me xingar! Aceito conselhos também, já que minhas estatísticas no ítem "Fazer Dar Certo" não estão lá muito favoráveis. Não vale dizer que eu deveria ter escolhido o outro músico, esta indagação eu me faço todos os dias!
TRATAMENTO EFETUADO: Terminei com o rapaz logo após descobrir a primeira, sem escândalo, sem discurso e sem choro. Até amiga dele eu concordei em ser. Logo depois quando descobri as outras, dei toda a importância que o caso deveria ter e quis saber "makeporraéessaseufilhodumaputa"? Ele tentou usar o dom da retórica. Tentou, mas acho que neste dia, eu estava mais Aristotélica do que ele e devo ter falado sem parar por umas duas horas, mais impropérios do que eu conheço em Língua Portuguesa (e não são poucos, sou über versada em impropérios). Sem julgamentos, ok? Afinal, eu estava puta (ui!). Beeeem puta (êpa!).
O moço, uns dois anos depois (esta história tem um certo tempo) tentou engatar (ui!) uma amizade. Cedi, já que tal e qual Mark Zuckerberg, Didi e Roberto Carlos, "eu quero ter um milhão de amigos". Mas só por isso!
Continuamos com a campanha: "Ajude a divulgar o Sou pára-raio de Doido e ganhe uma viagem a Acapulco com o Chapolin". É só nos divulgar no seu Twitter, Facebook, cabeleLÊro AND comentar aqui no post mesmo! Lembrando que eu dei um jeitinho de responder todos os comentários durante meu expediente, porque sou destas, subversivas!Também queria dizer que tem sido complicado postar na segunda-feira, mas estou aqui, firme e forte, na terça. Verei uma forma de voltar a postar nas segundas!
P. S.: Gostaria muito de receber o CD novo do Kaiser Chiefs por e-mail, já que não tenho como fuçar aqui no "siviço" e estou com vontade de ouvir hoje. Quem tiver como me mandar (pelo menos uma musiquinha), eu agradeço. Mandem para drabridgetjones@gmail.com
Acontece que tenho uma família meio musical e entre os aspirantes ao sucesso da família Jones, está minha irmã, que faz algumas estripulias no violino. Como toda musicista, ela tem muitos amigos músicos e certa vez, ela cismou de me apresentar dois amigos que tocavam violino em orquestra.
Os dois eram lindos, mas um deles era de boa família, já tinha morado na Rússia, falava 5 idiomas, era maestro, tocava além do violino, piano, era cavalheiro e parecia muito respeitador. O outro era um tanto petulante, tinha ar de superior, nem era tão bonito assim e era suplente do suplente do suplente na Orquestra da UNICAMP.
Adivinhem qual deles gostou de mim?
Acertou quem disse "o primeiro", perfeito e encantador.
Adivinhem de qual deles eu gostei?
É, isso mesmo. Gostei do tranqueira. Lógico!
Como não sou boba nem nada (muito menos ele), combinamos de eu ir assistir uma de suas apresentações e logo após o concerto, eu daria (êpa!) umas voltas com ele pela cidade. Tudo sucedeu-se na mais perfeita ordem e método. Começamos a namorar firme.
(Adoro esta expressão: "Namorar Firme". Sempre fico imaginando o que seria "Namorar Mole" ou "Namorar Frouxo").
Conheci mãe, pai, cachorro, terapeuta e todos os níveis de pessoas que devemos conhecer quando estamos num "Namoro Firme". Ele conheceu meu afilhado, o que já é o máximo de intimidade que um cara vai conseguir comigo no quesito "infiltração familiar". Sou destas que odeiam dar explicações na hora de justificar porque a relação não deu certo, principalmente porque elas nunca dão (e meus parentes são bem futriqueiros).
Ele era atencioso, carinhoso, educado, inteligente e inclusive aquela petulância toda do começo deu lugar a uma pessoa extraordinária. Extraordinariamente retórico, quero dizer. Tinha o dom da oratória em todos os poros daquele corpo alvo mais que a neve, livre de pêlos e impurezas. Ele sempre tinha justificativas plausíveis para ausências, explicações totalmente factíveis para todo o tipo de falha. E era aí que morava o perigo, já que eu, ingênua, nunca desconfiei de nada.
Músicos viajam. Marinheiros viajam. Qual deles tem um amor em cada porto? Exato, meu músico!
Descobri da forma mais clichê possível: fazendo uma surpresa numa cidade pequena do interior de São Paulo. Fui ver sua apresentação, achando que ele ficaria com lágrimas nos olhos. Lêdo engano. Lá, ele tinha uma tal de Luisa, tão encantadora quanto a de Chico Buarque. Eu a descobri por acaso, sentada ao lado de minha adorável cunhada (irmã do Doido) e depois de mãos dadas com o Doido Violinista, na coxia do anfiteatro, logo após o brilhante concerto (esta frase foi carregada de sarcasmo. Obrigada pela compreensão.).
Depois disso, descobri todas as outras. Uma no Pará, uma no Espírito Santo (bendita seja), uma em Santa Catarina e várias (sim várias) nas cidades próximas à Campinas. Nem perguntem como eu as descobri, nem perguntem!
DIAGNÓSTICO: Mal de Músico – os músicos que me desculpem, acho ótimo, mas né? Toda vez que eu tento dar uma chance a algum exemplar da categoria, acabo me estrepando. Antes eu achava que o problema era eu, mas com o tempo, percebi que isso é uma espécie de comportamento padrão. Algum de vocês tem explicação (ou até justificativa) para isso? Não vale me xingar! Aceito conselhos também, já que minhas estatísticas no ítem "Fazer Dar Certo" não estão lá muito favoráveis. Não vale dizer que eu deveria ter escolhido o outro músico, esta indagação eu me faço todos os dias!
TRATAMENTO EFETUADO: Terminei com o rapaz logo após descobrir a primeira, sem escândalo, sem discurso e sem choro. Até amiga dele eu concordei em ser. Logo depois quando descobri as outras, dei toda a importância que o caso deveria ter e quis saber "makeporraéessaseufilhodumaputa"? Ele tentou usar o dom da retórica. Tentou, mas acho que neste dia, eu estava mais Aristotélica do que ele e devo ter falado sem parar por umas duas horas, mais impropérios do que eu conheço em Língua Portuguesa (e não são poucos, sou über versada em impropérios). Sem julgamentos, ok? Afinal, eu estava puta (ui!). Beeeem puta (êpa!).
O moço, uns dois anos depois (esta história tem um certo tempo) tentou engatar (ui!) uma amizade. Cedi, já que tal e qual Mark Zuckerberg, Didi e Roberto Carlos, "eu quero ter um milhão de amigos". Mas só por isso!
Continuamos com a campanha: "Ajude a divulgar o Sou pára-raio de Doido e ganhe uma viagem a Acapulco com o Chapolin". É só nos divulgar no seu Twitter, Facebook, cabeleLÊro AND comentar aqui no post mesmo! Lembrando que eu dei um jeitinho de responder todos os comentários durante meu expediente, porque sou destas, subversivas!Também queria dizer que tem sido complicado postar na segunda-feira, mas estou aqui, firme e forte, na terça. Verei uma forma de voltar a postar nas segundas!
P. S.: Gostaria muito de receber o CD novo do Kaiser Chiefs por e-mail, já que não tenho como fuçar aqui no "siviço" e estou com vontade de ouvir hoje. Quem tiver como me mandar (pelo menos uma musiquinha), eu agradeço. Mandem para drabridgetjones@gmail.com
23 psicanalistas diagnosticaram:
Acabei de chegar na parte de "A insustentável leveza do ser" que fala sobre os inúmeros casos, que não são necessariamente amorosos, do Tomas. E no livro, a explicação dada é a procura dele pela parte da mulher que é dessemelhante à das outras mulheres. Bem, vc conhece bem essa parte...
Será que era esse o caso do seu doido violinista? Ou vc acha que ele não era assim tão profundo e tinha só um pau desgovernado mesmo?
De qualquer forma, fez bem em mandar passear. Tem coisa que realmente não vale a pena. Coisa e gente.
Bisous!
Aiiiii BRID!
Só você para me fazer GARGALHAR em pleno serviço ao ler "Cedi, já que tal e qual Mark Zuckerberg, Didi e Roberto Carlos, "eu quero ter um milhão de amigos". Mas só por isso!"
Vc é um GENIO!!!!
Adoro seus textos, adoro você!
BJO
LEE: Gata, acho que o caso do Doido Violinista era o membro desgovernado. Ele tinha namorada até em Mairinque, fia. Ourolândia, Gunterópolis e Faxinal também. Ou seja, não havia (e acho que não há, pois ele continua solteiro até hj) salvação para Doido Violinista. Estes dias, descobri que ele entrava no Bate-Papo da Uol com o codinome "Arqueiro". Falo mais nada.
RÊ: Ruim é quando ele decide pedir conselho amoroso e eu começo a xingar. Não acredita que isso acontece? Nem eu, gata. Nem eu. Um beijão. Adoro seus comments!
Epa. Espera aí.
Não é bem assim, não.
Eu sou músico e sou pra casar!
Eu pauso o videogame pra falar com a namorada, até mesmo quando o jogo é Guitar Hero.
Isso aí não é mau de músico, é mau caráter mesmo.
Um beijo, cem beijos.
EDU: Pois então sua namorada é uma menina de sorte! Nem eu pauso no Guitar Hero. Seja o que tiver de dizer, diga depois do meu solo! De quqlquer forma, dou minha mão a palmatoria. Devem ter musicos pra casar por aí. Eu tenho um dedo podre mesmo! :-P
Vamos por partes. #JackEstripadorFelings
1. Toco violão, o que até hoje não sei me torna um músico, mas vá lá...
2. Mesmo envolvendo traição, gostei de ler o nomezinho do meu estado, Pará, no post xD
3. Acho que músicos têm tendências (ui!) pra essas coisas e não se controlam. Acho que a maioria dos homens não se controlam, senão, de onde viria essa nossa fama?
4. Como você mesmo disse, estás cansada de se indagar "por que não o outro", então pulo essa parte.
5. Ainda bem que deste um pé na bunda desse escroto, mesmo que ele saiba tocar violino (L).
Depois de todos os pontos demostrados, deixa um beijo. :*
lendo essa história comecei a pensar sobre um doido recente que eu sabia ser o errado desde quando o conheci. por sorte, foi um encontro, uma coisa a toa e c'est fini. como o destino é um velho sádico, um ano depois eu o reencontro no aniversário de uma amiga, descobrimos ser uma amiga em comum. quando eu menciono ele numa conversa ela só me diz: "não, ge."
quem disse que eu ouvi? nem a minha intuição e nem o AVISO. eu estava lendo esse post aqui http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI244764-15230,00.html e fiquei bem pensativa.
tem gente que realmente passa a vida escalando muros sem encontrar nada do outro lado. mas o que eu acho importante, especialmente porque eu li o blog inteiro em uns...três dias, é que parece que a gente pode falar sobre eles quando a gente para de tentar escalar muros que não valem a pena ser escalados.
tenho pensado muito nisso.
RENAN: Vou por partes também. Sou destas que tem mania de topicalizar coisas.
1. Não vamos nos ater a formalidades, vai. Mas acho (veja bem, "acho") que não dá pra considerar como músico profisional. Digamos que vc é um "entusiasta".
2. Um beijo pra Caravana do Pará!
3. Não me venha com essa de generalizar dizendo "os homens". Estamos falando de uma categoria específica que já teve diversas chances (sim, filho, diversas) de mostrar controle. Não estou falando aqui de "fidelidade". Falo de algo mais complexo que isso. Falo da necessidade de ter MUITAS meninas. Falo da necessidade de não firmar compromisso, ainda que este compromisso não envolva fidelidade. Complexo, né?
4. Tenho dedo podre. Só tem esta explicação.
5. Não teria como continuar junto. Veja bem, não estou falando de fidelidade (apesar de ser uma característica desejável). Falo do desequilibrio emocional em TER DE TER todas as meninas que conseguir administrar. Muita gente acaba se magoando. É um tanto cruel.
Beijo pra vc tb.
GE: Primeiro, obrigada por nos ler! Fico imensamente feliz. E muito mais obrigada ainda em comentar, pq eu adoro a interatividade disto aqui!
Vamos lá: Nós sabemos que é errado algumas vezes? Sabemos que uma situação não tem como dar certo? Sabemos. Mas ao mesmo tempo, as exceções estão aí para nos provar que nem tudo é "ferro e fogo". Numa destas, vc, mesmo se metendo (ui!) numa situação de risco total pode encontrar a pessoa certa que vai te amar pro resto da vida. Sou da opinião que a gente sempre tem que arriscar pra ver se vinga.
Um beijo.
Brid
Eu tinha todos os dedos podres, inclusive os do pé, conheci meu marido com quase 30, acho que está difícil mesmo encontrar alguém legal para estar ao lado, mas acredito que grande parte disto se deve ao fato de que tem muita gente disposta a qualquer coisa por qualquer tipo de relacionamento.
E a Lee vai voltar?
Adoro seus textos
Bjs
LUCIANA: Qdo eu ouço falar de alguém que conheceu o "a,or da vida" com quase 30, eu fico animada pra levar o depoimento para a minha família, já que sou entusiasta da idéia "conhecer o mundo e mais um território a sua escolha" antes de casar. Smacks pra vc! Eu tenho dedo podre, mas não reclamo, não. Eu sempre digo que cada doido q passou na minha vida, por um momento, foi a coisa mais importante dela. Lógico que aqui, eu preciso usar o artifício da comédia escrachada, afina, o que é a nossa vida senão uma comédia escrachada? Com direito a torta na cara do destino!
Um beijo!
PS: Pede pra ela voltar, mas olha, segredo hein? Não fala que eu que falei! :P
Pergunto sim, doutora! Esttou to-tal-mente interessada em saber como descobriu as outras. Imploro.
Bjs.
FERNANDA: Gata, foram meios excusos dos quais eu não me orgulho, portanto, melhor deixar pra lá. Mas tem a ver com "mágoa de cabocla", "amigos detetives" e algo mais. Não façam isso em casa, pq eu, não faço mais (é a Lee que faz pra mim)! Tijuro.
Gente! Cuidadinho, pq aqui eu não modero comentários, tá? Postou, tá postado! Então, caso eu não esteja on line, o comentário vai ficar aí! :P (se o autor do post não perceber q ele foi liberado e publicado, né?)
Só pra esclarecer!
Beijão.
ahhh, eu que adoro vir aqui! e gosto muito dessa interatividade também.
eu tô registrada aqui na conta do google com meu apelido, mas a gente conversou por e-mail! sou a angela!
e sabe, por mais que as coisas possam dar errado, eu continuo arriscando. de verdade, não me canso de arriscar.
GE: Poxa, Angela, que legal! Ja estou familiarizada com a sua história e vc também é das nossas, "para-raios de doido". Que bom que vc curte. O blog é nosso momento de catarse, sabe? Serve pra tudo: mandar recado, pra aliviar mágoa de cabocla, mas acima de tudo, serve pra brincar com os dissabores do mundo afetivo-sexual!
Arriscar é tudo. Eu arrisco sempre. Sofro feito uma vaca véia, mas sofrer todo mundo sofre, né? E dor, passa.
hehehehhe, olha, na juventude tinha atração mortal por músicos, alguns conhecidos, e serviu so para amortecer a vida, pois me ensinaram que guampa não dói! É a coisa mais normal do mundo....obvio que pode deixar aborrecida, mas nesse mundo de calcinhas voadoras e cuecas desgovernadas, não é de se admirar mais. casei com músico e tomei....guampa...músico e homiquebebe para concurso...nevermore, regra para mim, tão regra que ja incorporou, nem sinto mais atração!
bjs morri de rir, como sempre!
LUCIANA E BRID:
I'll be back, girls. Tenho a intenção de escrever o post da próxima semana. Este fim de semana vai ser um pouco conturbado, mas acho que consigo. Oremos.
Bisous.
Um primo disse certa vez que homem que toca bem, não sabe conservar um instrumento.
Acho que as palavras se aplicam ao caso em voga...
Meu Deus! Que blog maravilhoso: A-D-O-R-E-I! Linkado já!
Essa categoria (os músicos) já me encheu! Cansei! Os que não são mulherengos/galinhas são muuuuuuito complicados. De qualquer maneira é certo que a maioria tende a ser egocêntrico, pecam pela vaidade.
Beijo
Também possuo Karma cíclico com músicos e mais:TODOS BAIXISTAS! Adoro um músico,até porque,também sou musicista!Mas músico safado só tive um,quando tinha ainda 18 anos!Nessa época dei uma boa amadurecida e parei de acreditar em qualquer baboseira que homem fala!
Sou seu fã...
Eu tinha dado um fatality no mané! Amizade após eu descobri que tinha uma amor em cada porto?! NOT.
Eu teria 999.999 amigos, ele não! rs
Bjs Brid!
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