Depois de tanto tempo só escrevendo textos sérios por conta da profissão, voltar a este blog é um alívio. Acho que eu estava precisando falar bobagens, contar um pouco de mim e das coisas que me acontecem e, principalmente, compartilhar as histórias estranhas que sempre vêm ao meu encontro. Porque nesse hiatus, percebi CLARAMENTE que eu EFETIVAMENTE atraio malucos. Eu poderia voltar a escrever de várias maneiras diferentes, mas resolvi contar uma história recente e engraçada (será?).
Caso clínico:Homem, 20 aninhos, branquelinho, cabelos castanhos e compridos, barba e tatuagens. Muitas tatuagens. Parecia o Andreas Kisser (aqui). E, sei lá, acho o Andreas Kisser gato pra caráleo. Apesar de ser amiguinho DO Sandy&Junior.
Adoro um homem cabeludo. Uma vez disse pra Brid que acho os cabeludos “testosterona pura”. Isso acabou virando piada, obviamente, já que é fácil, fácil achar um cabeludo mais puxado para o Steven Tyler (aqui) do que para o Eddie Vedder (aqui), não é verdade? De qualquer forma, ainda acho a cabeleira comprida masculina atraente e a vida é minha, a opinião é minha, me deixem, beijos.
Dito isso, vamos à história do mocinho cheirando a leite.
Eu o conheci pelo meu perfil fake do Orkut. Um perfil fetichento. Atraído pela foto dos meus pés, o doido me adicionou para que pudéssemos conversar. Dei uma olhada rápida (not, foi profunda mesmo) no perfil dele e tudo o que pude perceber pelas 327 comunidades é que ele gostava de metal. Até aí nada empolgante. Mas ele era bonito. E cabeludo. E essas duas características foram suficientes para que eu marcasse um encontro com ele. Mentira. Ele também tinha elogiado amplamente meus pés, o que me fez dar a ele muitos créditos.
Marcamos o tal encontro num bar de... METAL (oh), ambiente no qual o mocinho ficaria bem à vontade. Conversamos um pouco. Descobri que ele era Dom (“dominador”, no jargão BDSM), podólatra e gostava de fazer cosquinhas nos pés. Ah, eu adoro cosquinha nos pés, pensei. Na hora de ir embora, a gente se pegou no estacionamento. Ele tirou delicadamente meus sapatos, beijou meus pés e fez cosquinhas “de leve”. Achei bem bom, sabe? Foi engraçadinho e até excitante. Principalmente quando ele roçou a barba nas minhas solas.
Bem, continuamos as conversas por telefone e email, até marcarmos um encontro mais hot. Pelos papos que tivemos, notei que as cosquinhas não eram mero detalhe. Eram um fetiche do rapaz: tickling ou “tesão por cócegas”. Eu, com minha porção maluca e curiosa, que adora experimentar coisas, disse para o doido que eu topava brincar de tickling com ele. Foi o início do meu pior pesadelo (/clichê).
Vou pular a parte do encontro e ir direto para o motel. Lá no quarto, ele foi extremamente gentil, massageando meus pés, me deixando bastante... relaxada? Com os pés no seu colo, ele me disse para fechar os olhos e sentir as sensações provocadas pelas coisas (pente, chaves, pincel) que seriam passadas nas solas. Gente, o menino era bom naquilo, viu? Achei uma delícia.
Até que ele disse que gostava de fazer cócegas em outras partes do corpo também. E, poutz, eu sou MUITO cosquenta! Sinto cócegas nas coxas, no joelho, atrás do joelho, na barriga, nas costelas, nas axilas, no pescoço, nas costas... Não consigo pensar em nenhuma parte do corpo em que eu não sinta cócegas.
Mas eu não quis cortar o clima de vez, né? Então aceitei continuar a brincadeira. E ele amarrou meus pés, fazendo com que meu coração disparasse. Na primeira ameaça dele de fazer cócegas na minha barriga, eu explodi numa gargalhada. Pausa dramática. Eu tava apavorada! Ele, em vez de broxar com minha risada, pareceu mais excitado. E veio pra cima da minha barriga com aquelas mãos cheias de dedos. E eu não sabia se me defendia com os braços ou se o estapeava. Mas a questão era: eu não conseguia reagir, eu me contorcia toda, querendo chutar o moço, sem sucesso, e já tava quase sem fôlego de tanto rir!
Diagnóstico:
Olha, costumo respeitar os fetiches alheios e não julgá-los. Até porque cada um tem os seus, né? Então, embora eu odeie cócegas e ache que elas fazem parte do grupo “pior forma de tortura”, não vou diagnosticar. Se alguém quiser tentar, deixe seu palpite nos comentários.
Tratamento aplicado:
No meio daquela cena surreal e desesperadora, veio à minha mente a Brid que, aos 5 anos de idade, matou um porquinho-da-índia de cócegas. Gente, ela era uma criança e só queria brincar com o bichinho! Mas, né? O porquinho-da-índia MÓRREU!
Então, tive um momento de lucidez e me lembrei da safeword (uma palavra que diz que você não quer mais continuar com aquilo; de preferência, a palavra não deve ter nada a ver com sexo) que havíamos combinado, caso fosse necessário. E gritei:
- OMELETE!
Anotações posteriores:
Pra quem diz que toda experiência é válida, deixo esse relato e afirmo que a gente não precisa passar por tudo nesta vida.
O doido era muito educado E bonito E cabeludo. Mas gostava muito de cócegas. Então, fim da história.
Para ler ouvindo Tainted Love, com Soft Cell (aqui).
Adoro um homem cabeludo. Uma vez disse pra Brid que acho os cabeludos “testosterona pura”. Isso acabou virando piada, obviamente, já que é fácil, fácil achar um cabeludo mais puxado para o Steven Tyler (aqui) do que para o Eddie Vedder (aqui), não é verdade? De qualquer forma, ainda acho a cabeleira comprida masculina atraente e a vida é minha, a opinião é minha, me deixem, beijos.
Dito isso, vamos à história do mocinho cheirando a leite.
Eu o conheci pelo meu perfil fake do Orkut. Um perfil fetichento. Atraído pela foto dos meus pés, o doido me adicionou para que pudéssemos conversar. Dei uma olhada rápida (not, foi profunda mesmo) no perfil dele e tudo o que pude perceber pelas 327 comunidades é que ele gostava de metal. Até aí nada empolgante. Mas ele era bonito. E cabeludo. E essas duas características foram suficientes para que eu marcasse um encontro com ele. Mentira. Ele também tinha elogiado amplamente meus pés, o que me fez dar a ele muitos créditos.
Marcamos o tal encontro num bar de... METAL (oh), ambiente no qual o mocinho ficaria bem à vontade. Conversamos um pouco. Descobri que ele era Dom (“dominador”, no jargão BDSM), podólatra e gostava de fazer cosquinhas nos pés. Ah, eu adoro cosquinha nos pés, pensei. Na hora de ir embora, a gente se pegou no estacionamento. Ele tirou delicadamente meus sapatos, beijou meus pés e fez cosquinhas “de leve”. Achei bem bom, sabe? Foi engraçadinho e até excitante. Principalmente quando ele roçou a barba nas minhas solas.
Bem, continuamos as conversas por telefone e email, até marcarmos um encontro mais hot. Pelos papos que tivemos, notei que as cosquinhas não eram mero detalhe. Eram um fetiche do rapaz: tickling ou “tesão por cócegas”. Eu, com minha porção maluca e curiosa, que adora experimentar coisas, disse para o doido que eu topava brincar de tickling com ele. Foi o início do meu pior pesadelo (/clichê).
Vou pular a parte do encontro e ir direto para o motel. Lá no quarto, ele foi extremamente gentil, massageando meus pés, me deixando bastante... relaxada? Com os pés no seu colo, ele me disse para fechar os olhos e sentir as sensações provocadas pelas coisas (pente, chaves, pincel) que seriam passadas nas solas. Gente, o menino era bom naquilo, viu? Achei uma delícia.
Até que ele disse que gostava de fazer cócegas em outras partes do corpo também. E, poutz, eu sou MUITO cosquenta! Sinto cócegas nas coxas, no joelho, atrás do joelho, na barriga, nas costelas, nas axilas, no pescoço, nas costas... Não consigo pensar em nenhuma parte do corpo em que eu não sinta cócegas.
Mas eu não quis cortar o clima de vez, né? Então aceitei continuar a brincadeira. E ele amarrou meus pés, fazendo com que meu coração disparasse. Na primeira ameaça dele de fazer cócegas na minha barriga, eu explodi numa gargalhada. Pausa dramática. Eu tava apavorada! Ele, em vez de broxar com minha risada, pareceu mais excitado. E veio pra cima da minha barriga com aquelas mãos cheias de dedos. E eu não sabia se me defendia com os braços ou se o estapeava. Mas a questão era: eu não conseguia reagir, eu me contorcia toda, querendo chutar o moço, sem sucesso, e já tava quase sem fôlego de tanto rir!
Diagnóstico:
Olha, costumo respeitar os fetiches alheios e não julgá-los. Até porque cada um tem os seus, né? Então, embora eu odeie cócegas e ache que elas fazem parte do grupo “pior forma de tortura”, não vou diagnosticar. Se alguém quiser tentar, deixe seu palpite nos comentários.
Tratamento aplicado:
No meio daquela cena surreal e desesperadora, veio à minha mente a Brid que, aos 5 anos de idade, matou um porquinho-da-índia de cócegas. Gente, ela era uma criança e só queria brincar com o bichinho! Mas, né? O porquinho-da-índia MÓRREU!
Então, tive um momento de lucidez e me lembrei da safeword (uma palavra que diz que você não quer mais continuar com aquilo; de preferência, a palavra não deve ter nada a ver com sexo) que havíamos combinado, caso fosse necessário. E gritei:
- OMELETE!
Anotações posteriores:
Pra quem diz que toda experiência é válida, deixo esse relato e afirmo que a gente não precisa passar por tudo nesta vida.
O doido era muito educado E bonito E cabeludo. Mas gostava muito de cócegas. Então, fim da história.
Para ler ouvindo Tainted Love, com Soft Cell (aqui).
49 psicanalistas diagnosticaram:
Doido Cosquinha é um ótimo título!
Lee,
Eita, que história! Me deu aflição logo de cara, a coisa que eu mais tenho agonia na vida é cosquinha nos pés!! Jamais deixaria, eu não controlo, era capaz de chutar o cara sem querer e causar traumas graves, rs.
Pergunta: depois do "omelete", ele parou de fazer cócegas e fez outras intervenções mais prazerosas no seu corpo?
Pergunta 2: nessa nova fase, vocês vão aceitar histórias de leitores? Nesses dias tava lembrando de uma minha bem bizarra, hehe.
NOSSA!
Eu passei MAL de rir com esse seu posr só imaginando a situação.... Tive que ir pro banheiro rir! Sério! Hahahahahah! Postem mais, eu adoro! :)
Fiquei curiosa com o depois... Tipo, o clima acabou e tal ou vcs continuaram normalmente oq iam fazer? Rs
Bjos!
hahahahahaha...
Acho que você ta precisando ser diagnosticada.. vc gosta das pessoas que têm tara pelo seu pé!
Mas a parte da OMELETE foi A melhor!
Bom tê-las de volta!
Beijo
Geeeeeente, para tudo! tem alguém além de mim que gosta de cabeludos! pensei que fosse a única, já que toda vez que digo que gosto de cabeludos, minhas amigas me olham como se eu fosse um E.T.rsrsrsrs
agora sobre o post,tô rindo até agora kkkkkkkkkkk que cara maluco! cócegas é tortura sim, pelo menos para mim.morro de agonia quando fazem em mim.julgar esse fetiche a gente não pode, mas comentar que é bem estranhanho, aaaaaaah se pode...
bjs
bjs
kkkkkkkkkk... vc se superou nesse Post, tô passando vergonha aqui de tanto rir...
Bjs
Tb quero saber do depois...
Anônimo: é o que melhor resume o doido deste post. :D
Livia:
Resposta 1: depois que eu me recuperei e ele se refez da decepção por eu ter pedido pra parar, a gente retomou "a coisa". A gente já tava ali mesmo, né? Mas nem rolou mais depois daquele dia pq o tal fetiche por cócegas era MUITO importante pra ele.
Resposta 2: aceitamos histórias de leitores, sim! Pode mandar pra nossos emails!
Nanda: o clima acabou por alguns minutos e depois a gente terminou de um jeito mais... normal. rs
Erica: eu ADORO gente que tem tara pelo meu pé! Acho uma delícia! rs
Sei lá, se alguém quiser me analisar, eu aceito! rs
Mas pelo menos já reconheci meu problema... rs
Páginas da minha vida: ai, sério que vc gosta de cabeludos? Me dá um abraço, vai! Não é sempre que encontramos uma pessoa que nos entende.
Sobre as cócegas, vc usou a palavra que se encaixa perfeitamente no caso: A-G-O-N-I-A!
Nada complicada: obrigada! E aqui deixo um agradecimento especial a esses doidos que me aparecem! ;-)
ERICA 2: como eu falei ali em cima, até rolou depois. E foi OK, nada além disso, já que eu quebrei o clima total com o "omelete". rs
Cara, eu não teria pagado para ver nem mesmo sendo também tão curiosa assim, detesto cócegas, passo mal, do tipo não gosto mesmo.
Peraí: você gritou omelete e ele fez o que? Nada? Ficou com cara de bunda? Isso faz efeito mesmo? Oo
DIANE LORDE: hoje, pensando melhor, acho que nem eu teria continuado, viu?
FÊ: isso, acho que "cara de bunda" define a reação dele na hora em que eu pedi pra parar.
A safeword funciona mesmo! Deve ser respeitada, já que no BDSM tudo é consensual.
Mas, claro, como nosso encontro não era só por causa desse fetiche, a gente continuou depois. Apesar da cara de bunda dele e da minha aversão às cócegas.
OH MY GOD, aauhauhauhauh....
Leeeeeee, esses fotos deviam ter hashtag de segurança pra não ler no trabalho, ahahaha...ri de chorar na frente do monitor agora, ainda bem que é uma hora que a empresa está relativamente vazia, hahaha...
Ri tanto, mas taaaaanto, de imaginar a cena, sabe? Eu não sinto cócegas, em lugar nenhum - em outras palavras, pra ele eu seria brochante ¬¬ Mas não suporto gente conversando com a boca próxima ao meu pescoço, não sei se é cócegas, mas acho insuportável e chego a dar risada qdo acontece...se fosse amarrada pra passar por isso, CER-TE-ZA que eu tinha uma síncope e caía dura, ahauhauhauha...
Que bom que vcs voltaram a escrever, #medivirto
=*
kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Nossa, esse tipo de louco eu nunca peguei!!! rs
Alguns tinha fetiches com cheiros e roupas, mas pés é mto pra mim! rs
Bjussss
Só posso dizer que adooooro!
Rindo muito, rsrsrs... Omelete!!! Kkkkkkk... Tem doido pra tudo nessa vida, né!
INTENSE: gata, vou me lembrar de colocar #NSFW nas coisas impróprias para locais de trabalho da próxima vez! rs
Mas que bom que gostou!
Olha, nunca diga a um tickler que vc sente aflição e dá risada quando alguém fala perto do seu pescoço. Conselho de doutora amiga! :D
Beijo!
EU SÓ QUERIA DIZER:
Fetiche com cheiros? Desenvolva essa parte! Fale mais, plis!
DANIELA: awn, brigada! ;-)
FÁBIO ALVES: pedir OMELETE é menos feio do que pedir PENICO (conhece essa expressão?)! rs
Aguarde os próximos doidos, viu? Um pior do que o outro... E sinta-se feliz por ser normal. ;-)
Dra Lee,
Mas é cada um que aparece!!! kkkkk
Cócegas não dá, que aflição, tsc tsc.
Saudades
Nossa!!! Só os doidos mesmo...
Adoro esse blog! Não parem nunca mais.
Eu vejo que não é só na minha vida que aparecem malucos.
Beijos
hauhauhauhua. Meodeos, ri muito. Muito Bom!!!
Estelis
DRA BENNET:
Saudades também! >.<
Estou querendo contar suas histórias por aqui... rs
Beijo!
LOIRA: obrigada!
Na vida de todo mundo tem malucos. Em algumas vidas mais, em outras menos. ;)
Beijinho!
ESTELIS:
Obrigada, querida!
Beijo!
Tem doido pra tudo!!hehehe
A safeword,
OMELETE!
Foi o melhor,tipo: BINGO!
Mas com sentido contrário,hehe.
JAQUELINE: tem algum caso pra contar? :D
KARLIANE: poxa, nunca gritei BINGO! rs. Vai pra lista de safewords. :D
HAHAHAHA Eu ri bem aqui viu, imaginando a cena. Pra você ver que tem todo tipo de doido por aí...
Beijos! O blog é ótimo!
Tá ficando chato esse jogo de esconde... aparece... esconde.
Ou bem escreve... ou bem nos abandona.
HAEHAHAEHHEAAAAAAAAAAAAAAEHHAEHEAHAEHEHEAHEA
Hey Lee, eu estava com saudades de passar por aqui!
rí muito com mais um caso de voces!
Um abraço!
"No meio daquela cena surreal e desesperadora, veio à minha mente a Brid que, aos 5 anos de idade, matou um porquinho-da-índia de cócegas. Gente, ela era uma criança e só queria brincar com o bichinho! Mas, né? O porquinho-da-índia MÓRREU!"
Cara, a Brid é demais!
Descobri o blog de vocês por acaso e estou me divertindo (e emocionado com o post O caso do Fim) e posso dizer que virei fã, do modo de descrever, mas piadas, das referências a filmes e tudo o que faz ser o blog muito aprazível de se ler.
Ainda que desatualizado, as parabenizo pelo blog em questão.
LUA:
Obrigada! Volte mais vezes!
Beijo!
ANÔNIMO:
Olha, a gente sabe que alguns leitores esperam pelos nossos textos, mas nem sempre a gente consegue escrever toda semana.
Posso dizer por mim: trabalho, faço frila, estudo, cuido da casa, do namorado, dos pais, do cão, dos amigos e o único dia que eu tenho pra sentar e tentar escrever alguma coisa pra vocês é segunda-feira.
Fazemos o possível.
E mesmo sem muito tempo, decidimos voltar a escrever, mas sem obrigação de postar, já que isso não depende só da nossa vontade.
Então, não vamos nem sumir (na verdade, nem sumimos da outra, já que avisamos que ficaríamos um tempo sem postar) nem nos comprometer a escrever sempre.
Espero que vc entenda e volte mais vezes. Mas se achar que está chato dessa forma, compreendemos seu ponto de vista.
Abraços.
LUIZ:
Awn, que bom que vc voltou aqui! Obrigada pelo comentário!
Viu como a Brid já era doida desde criança? rs
Beijos!
THIAGO:
Obrigada! Que legal seu comentário! Fico feliz que tenha gostado daqui! Pra gente, esse contato com vcs, leitores, é muito importante.
Ainda que desatualizado, a gente se esforça pra escrever. ;-)
Beijo!
Lee,
Só de ler isso me deu uma AGONIA.Eu sou Maria Cósegas,e o queridão AMA fazer isso em mim - pelo menos não é feitiche-
Saudade demais de passar aqui e ler esse blog que tanto já me fez rir,ensinou e me salvou.
p.s: Terei tetos alucinantes quando comer omelete,imaginando alguém morrendo de rir e gritando isso.
Beijos gurias do meu (L)
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!
Deus do céu, eu ri muito... Tipo muito mesmo (Graças a Deus vcs voltaram).
Toda experiencia é válida, sim Lee!
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!
P.S: Tb tenho quedas por cabeludos e se forem magrelos, tatuados e cheirando a leite, então... Kkkkkkk!
Eu te entendo... Acho que eu bato palma para maluco dançar.... Às vezes me aparece cada um...
Ô mulherada, cadê vcs? rsrsrs...
Tô passando porque meu último Post ficou a cara desse blog, dêem uma olhadinha quando puderem ;)
bjinhos
Nossa, graças à Deus que nunca encontrei um doido cosquento porque eu tenho pavor de cócegas!!!
Sou igual a você: sinto cócegas em tudo quanto é lugar. Ou seja, simplesmente eu teria um ataque respiratório de tanto rir ou mijaria na cama. rsrsrs
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