Este é um texto de devaneios. Leiam esses pensamentos confusos cientes disso.
Caso clínico:
Homem, trinta e poucos anos. Já passou por aqui algumas vezes, mas minha autocensura me impede de identificá-lo novamente. Sim, eu tenho vergonha de ele ainda estar presente na minha vida depois de ter dito tantas vezes que a história havia acabado.
Fiquei meses sem falar com ele. Até que um dia meu celular tocou e eu atendi sem ver quem era. Quando ouvi a voz, meu coração saiu do peito por alguns segundos. Conversamos longamente sobre assuntos que tinham ficado pendentes. Ele falou coisas que fizeram com que algumas lágrimas insistentes brotassem. Tive a impressão de que ele também chorava entre uma frase e outra. Rimos de uns mal-entendidos que só são possíveis graças à internet e depois de alguns minutos eu já não o odiava mais. E se fosse só não odiá-lo mais, eu estaria aliviada e este post nem existiria.
No dia seguinte à conversa, eu já tinha aquela estranha sensação de nunca ter odiado o doido. Passei a me questionar por que eu tinha me afastado, já que ele era tão legal comigo e entendia tão bem meus momentos de insanidade.
Acho que já disse por aqui que eu nunca substituo pessoas. Vou acumulando meus doidos, deixando-os escondidos lá no fundo da caixinha de lembranças. Quando eles resolvem aparecer, eu vou tirando cada momento bom e deixando na caixinha do momento presente. Os acontecimentos ruins eu não guardo e talvez por isso meu sentimento de raiva seja tão passageiro e tão fácil de ser transformado em um sentimento bom. E isso, sinceramente, acho que não é nada bom.
Assim, cada “não” que eu recebi dele, cada decepção que eu vivi e cada minuto de espera por algo que nunca aconteceu foram pensamentos que diminuíram após aquela conversa ao telefone. E relevar tudo isso por causa de alguns minutos de conversa, pra mim, é muito maluco. Eu me assusto com essa facilidade que eu tenho de esquecer. Não só de esquecer, mas de reviver uma coisa em que eu não acreditava mais. E, inevitavelmente, após a conversa, eu tive um rompante de querer fazer dar certo um caso que já tinha sido dado como perdido e arquivado.
Conversando com um amigo, eu me dei conta do tipo de comportamento desse doido. Meu amigo disse algo que me fez pensar muito: “você sabe que essas pessoas psico são extremamente carismáticas e manipuladoras, né?” Sim, eu sei que isso acontece, mas apesar de esse meu doido ter realmente alguns problemas, eu nunca associei a maneira encantadora de falar comigo com o fato de ele ser dodói da cabeça. Seria uma associação muito simples se eu não gostasse do doido, mas gostando dele tudo fica muito mais complicado. Sempre quis acreditar que ele me amava e que as fantasias que tínhamos juntos seriam vividas um dia. Nunca cheguei a pensar realmente que o discurso carismático dele era fruto de um problema sério.
Como meu amigo disse, o Doido Manipulador deste post, com seu discurso carismático, me seduz com uma fantasia, com uma ideia que ele ama, mas que ele nunca viveu. Pior: com uma ideia que eu também amava e que ele nunca me deixou viver.
Diagnóstico:
Manipulação Carismática (MC) resultante de Doença Mental Não Totalmente Diagnosticada (DMNTD).
Tratamento recomendado para Dra. Lee:
Em vez de acreditar no discurso do Doido Manipulador “eu te amo e peço, por favor, pra você me deixar te fazer bem pelo menos uma vez”, eu deveria acreditar no sonho que tive, em que ele me dizia que não sabia gostar de ninguém. Pensando assim, tudo faria mais sentido neste momento.
Não entrar na loucura dele de novo, é o que as pessoas que me querem bem recomendam.
Além do mais, não sou psico nem doente como ele. Errr... Sou?
[to be continued]
Anotações posteriores:
O amigo que me deu um chacoalhão essa semana não deve ler este blog. De qualquer forma, se estiver lendo, peço desculpas por usar nossa conversa neste post. Mas ela foi importante pra mim e eu precisava falar sobre isso hoje. ;-)
************
Para ler ouvindo “Outsiders” (aqui), do Franz Ferdinand, que tocou aqui em São Paulo na semana passada. O vídeo não é da apresentação no Via Funchal porque nós não tivemos condições físicas de gravar nada. No entanto, o show com a Brid, a Dolores Haze, dois amigos anônimos e o queridíssimo Paulo, do blog Num cantinho escuro (aqui) foi incrível!
UPDATE:
Caso clínico:
Homem, trinta e poucos anos. Já passou por aqui algumas vezes, mas minha autocensura me impede de identificá-lo novamente. Sim, eu tenho vergonha de ele ainda estar presente na minha vida depois de ter dito tantas vezes que a história havia acabado.
Fiquei meses sem falar com ele. Até que um dia meu celular tocou e eu atendi sem ver quem era. Quando ouvi a voz, meu coração saiu do peito por alguns segundos. Conversamos longamente sobre assuntos que tinham ficado pendentes. Ele falou coisas que fizeram com que algumas lágrimas insistentes brotassem. Tive a impressão de que ele também chorava entre uma frase e outra. Rimos de uns mal-entendidos que só são possíveis graças à internet e depois de alguns minutos eu já não o odiava mais. E se fosse só não odiá-lo mais, eu estaria aliviada e este post nem existiria.
No dia seguinte à conversa, eu já tinha aquela estranha sensação de nunca ter odiado o doido. Passei a me questionar por que eu tinha me afastado, já que ele era tão legal comigo e entendia tão bem meus momentos de insanidade.
Acho que já disse por aqui que eu nunca substituo pessoas. Vou acumulando meus doidos, deixando-os escondidos lá no fundo da caixinha de lembranças. Quando eles resolvem aparecer, eu vou tirando cada momento bom e deixando na caixinha do momento presente. Os acontecimentos ruins eu não guardo e talvez por isso meu sentimento de raiva seja tão passageiro e tão fácil de ser transformado em um sentimento bom. E isso, sinceramente, acho que não é nada bom.
Assim, cada “não” que eu recebi dele, cada decepção que eu vivi e cada minuto de espera por algo que nunca aconteceu foram pensamentos que diminuíram após aquela conversa ao telefone. E relevar tudo isso por causa de alguns minutos de conversa, pra mim, é muito maluco. Eu me assusto com essa facilidade que eu tenho de esquecer. Não só de esquecer, mas de reviver uma coisa em que eu não acreditava mais. E, inevitavelmente, após a conversa, eu tive um rompante de querer fazer dar certo um caso que já tinha sido dado como perdido e arquivado.
Conversando com um amigo, eu me dei conta do tipo de comportamento desse doido. Meu amigo disse algo que me fez pensar muito: “você sabe que essas pessoas psico são extremamente carismáticas e manipuladoras, né?” Sim, eu sei que isso acontece, mas apesar de esse meu doido ter realmente alguns problemas, eu nunca associei a maneira encantadora de falar comigo com o fato de ele ser dodói da cabeça. Seria uma associação muito simples se eu não gostasse do doido, mas gostando dele tudo fica muito mais complicado. Sempre quis acreditar que ele me amava e que as fantasias que tínhamos juntos seriam vividas um dia. Nunca cheguei a pensar realmente que o discurso carismático dele era fruto de um problema sério.
Como meu amigo disse, o Doido Manipulador deste post, com seu discurso carismático, me seduz com uma fantasia, com uma ideia que ele ama, mas que ele nunca viveu. Pior: com uma ideia que eu também amava e que ele nunca me deixou viver.
Diagnóstico:
Manipulação Carismática (MC) resultante de Doença Mental Não Totalmente Diagnosticada (DMNTD).
Tratamento recomendado para Dra. Lee:
Em vez de acreditar no discurso do Doido Manipulador “eu te amo e peço, por favor, pra você me deixar te fazer bem pelo menos uma vez”, eu deveria acreditar no sonho que tive, em que ele me dizia que não sabia gostar de ninguém. Pensando assim, tudo faria mais sentido neste momento.
Não entrar na loucura dele de novo, é o que as pessoas que me querem bem recomendam.
Além do mais, não sou psico nem doente como ele. Errr... Sou?
[to be continued]
Anotações posteriores:
O amigo que me deu um chacoalhão essa semana não deve ler este blog. De qualquer forma, se estiver lendo, peço desculpas por usar nossa conversa neste post. Mas ela foi importante pra mim e eu precisava falar sobre isso hoje. ;-)
************
Para ler ouvindo “Outsiders” (aqui), do Franz Ferdinand, que tocou aqui em São Paulo na semana passada. O vídeo não é da apresentação no Via Funchal porque nós não tivemos condições físicas de gravar nada. No entanto, o show com a Brid, a Dolores Haze, dois amigos anônimos e o queridíssimo Paulo, do blog Num cantinho escuro (aqui) foi incrível!
UPDATE:
Aos que me perguntaram de Mr. Holloway (até mesmo por e-mail!), acho que devo esclarecer que a história com ele foi suspensa sem previsão de retorno. Muitas coisas aconteceram nos últimos meses e, no momento, não estamos juntos. Não, não estou feliz por isso. Ainda mais porque tenho uma parcela de culpa por esse término. Até pensei em escrever esta semana sobre ele, mas achei que o término da Brid (post da semana passada) com outro término meu seria carga dramática demais neste blog que tem o inuito de ser uma maneira divertida de enxergar nossas historias. Juro que quando eu conseguir escrever de uma maneira menos emotiva, conto pra vocês o que aconteceu.
69 psicanalistas diagnosticaram:
Esses doidos que aparecem são fogo... por mais ódio que tenhamos deles, o simples fato de ouvir a voz deles no telefone já desarma qualquer defesa, já cria uma amnésia instantânea de qualquer fato passado...
Tenho meu doido do gênero, e não tenho defesa nenhuma contra ele... um telefonema e ele sabe que me tem na mão! Odeio isso...
A solução mais simples e prática seria nem atender o telefone quando vemos de quem é a ligação... mas quem disse que a gente resiste??
E mais uma vez, o show foi sensacional, hehe... espero pelo próximo!! :D
Muito bom!!!Estou a seguir!
Oi, Lee!
Olha, em primeiro lugar, eu queria muito te pedir desculpas. Se as vezes eu não te dou conselhos bons, sinceramente é porque eu de fato não sei o que fazer. E talvez o que eu faria (e faço) não seja o conselho mais sensato. Minha vida é uma bagunça total e completa. Minha vida afetiva, então: O HORROR! O HORROR!
Se as vezes eu digo "tenta de novo" ou "vá em frente", acredite, nunca é com a intenção de que vc sofra mais. É simplesmente porque eu, Bridget, convivo melhor com o sofrimento do que com a frustração. Mas isso tb não é regra, eu me frustro o tempo todo.
Acredito que seu amigo esteja certo, afinal é uma hipótese bem plausível. Mas vc sabe como eu sou. Eu prefiro acreditar no jeito "Meg Ryan" de ver as coisas. Sempre acho que as coisas vão acabar lindas e que os romances são de verdade (Maryan Keyes e Sophie Kinsella tem parte nisso). Meu lado Clarice LINSpector só fala qdo eu ja estou no fundo do poço, cavando com a colherinha.
Quero te ver feliz. Quero q vc seja uma mulher adulta que sonha, mas que sabe distinguir a realidade a sua frente. Eu sei que não sou boa nisso! Mas a sua felicidade sempre vai ser prioritária em qualquer tipo de conselho que eu te dê. Ainda q seja errado (e a gente sabe, quase sempre são - hohoho).
Tomara que a gente aprenda. Vc me ajuda?
PS: Tô muito orgulhosa, viu? Quero ser como vc qdo eu crescer.
Te amo.
Doidos como esse tem aos montes, eu pelo menos conheço dois, hoje tenho até medo.
Ficar longe e manter em mente que isso é loucura nossa as vezes funciona.
Beijuuu
Ei meninas...
SEMPRE li os textos de vcs, mas ultimamente me peguei pensando que eu e BRID somos mega parecidas e nos entendemos mto bem em relação aos nossos doidos. Mas não é q agora me dei conta que LEE tbm é mto parecida comigo?
Esse doido é como alguns pra mim... na verdade tenho o mesmo caso clínico de LEE: vou acumulando meus doidos e apagando os acontecimentos ruins ... sem guarda mágoa, raiva.. só com sentimentos bons.
E concordo, querida, isso realmente não é bom pq nos damos chances de nos enganar mais e mais e mais e mais..
E pior, ainda ficamos nos sentindo doidas por termos perdido "aquele partidão"!!!
Quanto ao seu doido ser meio psico, lendo a sua descrição, começo a achar que o meu doido tbm seja. #MEDO
Bom dias gurias...
É incrivel a sintonia psicodramatica que rola aqui...
Neste momento tento me livrar de pensamentos impulsivamentes insanos, poderia assim dizer,sobre dar (receber) uma nova chance ao meu "doido" que é tão doido quanto o seu querida Lee...
Mas a questão é? Até que ponto uma pessoa que demonstra, ou ao menos é o que percebemos, ser um pouco "dodói da cabeça" ( como é o caso do meu também!) realmente é?
Momento confissão: Passei esta madrugada me remoendo, pensando, criando planos e estratégias na minha mente sobre como me livrar, me vingar, ou melhor ainda tentar mostrar superioridade, mas como você querida Lee depois de uma ligação inesperada ou uma mensagem fofa parece que todas as coisas ruins,TODAS TODAS simplesmente não existiram, e que tudo foi um conto de fadas, apenas sem hora e local apropriada.
Ufa... me Identifiquei total com o post de hoje e depois de uma madrugada mal dormida ainda não tenho , planos , soluções e também não sei o que sentir... Creio que seu amigo tem razão...Por mais que sempre volte aquele sentimento ... "Ulalá, agora vai, aprendemos amadurecemos e talvez eu tenha errado em algum "ponto" nessa história",acho que o que vale é a experiência e claro ouvir aquela voz bem baixinha que vem lá do fundo bem do fundinho.( Ela quase sempre tem razão)
Sim as coisas podem mudar, podem ser diferente e o amor reinar para todo o sempre, mas isso é algo que só podemos saber vivendo...
Eu sou como Brid, detesto frustrações prefiro mexer na ferida e sentir até não querer mais, simplesmente conviver com a idéia ,eu nunca desisti ou eu fiz o que pude e principalmente,EU FIZ O QUE QUERIA...
Vá que uma hora a gente acerta né?
Mas o que realmente é importa é ser FELIZ...
E para isso cada um tem a sua fórmula né?!!!
Boa samana!! ;)
Oi, Lee
Pessoas manipuladoras formam a pior espécie de doido ever.
Impossível não gostar de pessoas assim. Quer dizer... isso até que vc esteja um tanto quanto machucado...
O pior é que, ainda assim, fazemos um esforço etíope para acreditar que a pessoa está fazendo isso por ter um bom motivo... para te preservar, para não te fazer sofrer, para te salvar de um desastre nuclear... ou qualquer coisa...
Melhore logo, ok?
Beijo
Charlie
Oi, Lee
Pessoas manipuladoras formam a pior espécie de doido ever.
Impossível não gostar de pessoas assim. Quer dizer... isso até que vc esteja um tanto quanto machucado...
O pior é que, ainda assim, fazemos um esforço etíope para acreditar que a pessoa está fazendo isso por ter um bom motivo... para te preservar, para não te fazer sofrer, para te salvar de um desastre nuclear... ou qualquer coisa...
Melhore logo, ok?
Beijo
Charlie
Juro. Por um momento pensei que vc namorou meu ex-namorado.
Exatamente o mesmo manipulador barato. E não adianta as amigas falarem...Ele vem com a conversinha mole e a gente esquece tudo.
E, com isso, a nossa vida nunca vai para frente.
Hmmm
Senti uma certa identificação com este post.
Ai que lindo o que disse a Brid.
Também tenho certa identificação com a Brid, com o jeito "Meg Ryan" de ver as coisas.
O que se difere é que Clarice pulsa emoções o tempo todo dentro do meu ser, e faço uma mesclagem do jeito Meg com o jeito Clari. rs Tô viajando...
Anyway,
Isso se deve ao fato de que todos nós temos algo muito em comum, acreditar... este é o nosso mal, ou o nosso maior diferencial,
Afinal de contas, o que seria de nós se não acreditássemos nos nossos sonhos e fôssemos em busca dos nossos desejos??
Fica a pergunta.
A resposta está dentro de cada um de nós.
kkkk... sei bem como vc se sente, é mesmo muito difícil deixar um doido ir embora, principalmente quando ele "surge" do nada pra nos assombrar rsrsrs... eu tb tenho essa mania de acumulá-los na minha vidinha, ainda não resolvi meu caso com o 1º cara que eu beijei na vida, parece piada, mas é sério rsrsrs...
bjocas e ótima semana
Já vivi algo assim e depois de um tempo percebi que este tipo de homem é como uma droga. No momento em que está usando é tudo lindo e maravilhoso. Mas estes momentos sempre são acompanhados de dramas, sofrimento e baixa auto-estima. E no fundo se sabe o quão deletério é continuar usando. Minha sugestão é seguir firme na abstinência. Por mais difícil que isso seja. E depois de um tempo a necessidade é menor.
Ps: adoro o blog e acompanho há um bom tempo. Bjos e boa sorte!
Olá Lee e Brid
Sou fã de vcs!
Acompanho o blog há um bom tempo, mas como tive filho há pouco tempo as coisas se tornaram corridas, mas leio sempre que posso.
Vcs são ótimas, os textos são incríveis e me fazem lembrar de uma dúzia de doidos que passaram na minha vida, passaram no passado pq agora sou casada, e só depois de casada descobri que eles não deixam de ser doidos, mesmo os mais comportados "surtam"...
Sou fã de vcs.
E Lee desculpe a pergunta incoveniente mas e o Mr. Holloway?
Bjssssssss
"eu te amo e peço, por favor, pra você me deixar te fazer bem pelo menos uma vez"
Ai, essa não é facil escutar e passar em branco.
Eu tb tenho essa sua síndrome de esquecer as coisas ruins! E isso não é nada bom mesmo!
Tenho um desses doidos em minha vida, e é impressionante como esqueço as coisas ruins que ele faz. Como esqueço todas as promessas nao cumpridas e todas as promessas de recompensa pelas primeiras nao cumpridas.
Eu acho que o meu tem um certo problema de acreditar que ele é um ser super nobre, que tem ideais bonitos e uma vida quadrada. Juro, acho que ele vive essa total ilusão, ele realmente nao se ve como uma pessoa ruim! E acaba me convencendo do mesmo. Mas no fundo é um cafajeste, claro.
Bem, tem que seguir em frente, né?
Boa sorte!
"eu te amo e peço, por favor, pra você me deixar te fazer bem pelo menos uma vez"
Este é o momento que vc diz [fazendo a louca] "quer me fazer feliz pelo menos uma vez e me fazer sofrer o resto da vida? comopode? perdeu, playboy. gosto de novidades e não de repetir erros. Sim, vc foi um erro que eu não quero repetir.bjos".
sai mui digna e vai atrás de uma coisa nova. nunca gostei de voltar com um pessoa que terminei. isso aqui é vida real. e na vida real não funciona como romances.
E o Mr. Holloway, onde fica nessa história, doutora?
Fico impressionada como tem gente manipuladora, que se faz de vítima, coitadinho e acaba enrolando os outros.
Sabe qual é o problema ?
Você não guarda mágoa e acaba abrindo a guarda.
Seu amigo está coberto de razão. Concordo e muito com ele.
Você pode até gostar, mas num caso assim, melhor manter distância...
Gostei daqui.
Ah.. como te entendo, ô capacidade irritante pra esquecer rapidamente o que um doido faz.
A única coisa a fazer é não atender ao telefone, esse tipo de doido sempre tem uma desculpa hiper convincente e ainda vai fazer você se sentir culpada.
Deleta!
Beijinhos
Acompanho o blog porque também sou para-raio de doido e porque acho que as histórias ficam mais amenas e divertidas contadas por vocês, embora saiba que algumas delas são tão dolorosas...an fan.
nunca comentei e tinha que comentar porque também tenho um desse naipe e nega, não é fácil.
no fim da história eu também me acho muito mais louca por acabar nos "vais e vens". e como você minha mágoa, raiva não dura um dia.
o fato é que eu quero! como alguém deseja isso? sim,tô levantando minha mão aqui, eu desejo.
porque pra mim loucura é sinal de vida.
e honestamente, quero me enfiar nessa demência toda, mesmo sabendo que vou chorar muito depois e pasme...eu saio com o doido hoje, sabendo que amanhã será um dia de fuder, com todo respeito.
mas não tô aqui pra dar uma de conselheira e dizer: não vá.
nem diria.aliás não digo nada, mas o que tenho pra mim são as palavras do grande xico sá (eu já adotei isso):só a lama cura, só o caminho do excesso conduz a sabedoria (willian blake)...é por aí.
PAULO: ouvir a voz é desencadear um processo de amnésia instantânea ou, nos casos mais graves como o meu, permanente. E é ruim ser refém de um doido que nos deixa assim, né?
Bem, não estou atendendo ao telefone. Estou no caminho certo, é o que dizem.
Beijinho!
ZOMBIE BOY: obrigada! Volte mais vezes.
BRID: sua vida é uma bagunça? Gata, a minha é O CAOS!
E o que são bons conselhos? Isso depende tanto do entendimento de cada um... Não sei se convivo melhor com o sofrimento do que com a frustração, mas é fato que busco mais o primeiro.
Infelizmente perdi um pouco esse jeito “Meg Ryan” de ver as coisas. Mas nem assim eu desisto. Isso sim é um horror, não?
Bem, eu te ajudo e vc me ajuda. Um dia a gente acerta pela teimosia.
Love you all the time!
NOH: manter distância de gente manipuladora é um conselho tão bom quanto de mãe. Beijo!
RÊ RENAULT: se identificou comigo? Me dá um abraço, vai! Pensei que tanta gente ia me dizer aqui nos comentários o que eu já sei: que meus pensamentos são confusos e que eu sou doida. DOIDA! Que bom que alguns se identificaram tb.
Como vc disse, ao esquecermos as coisas ruins, abrimos oportunidade para que sejamos mais e mais enganadas. Isso é degradante.
SABRI MEDEIROS: essa sintonia acontece mesmo! E vc resumiu muito bem o que é a história com esse doido do post: um conto de fadas que não teve hora nem local apropriados. E é por isso que insisti tanto. Mas meu amigo tem MUITA razão. A gente não pode trocar o que é real por algo que só existe na imaginação. A chance de dar certo é tão pequena que, sinceramente, hoje eu acho que não vale o esforço. Eu já fiz muito o que eu queria e continuo esse caos humano! Sinto que já é mais do que hora de fazer diferente. Beijo!
CHARLIE: o pior é que eu já estive machucada muita e muitas vezes. É isso que me assusta, minha capacidade de me refazer e insistir.
E a gente inventa desculpas para os outros mesmo, como vc disse. Não é o fim da picada do pernilongo?
Beijo e obrigada!
GIRL FROM BRAZIL: não adianta muito as pessoas falarem não. A gente sabe que o tranqueiro não presta e continua. Vez ou outra algum conselho te faz pensar, como no caso do meu amigo. Quem sabe eu consiga ouvi-lo uma vez na vida.
VANILLA: será que o grande mal é acreditar? Talvez vc tenha razão. Pq acreditar implica tanto esforço par conseguir algo que a gente acaba assim, meio perdida, meio anestesiada.
Acreditar sempre me ajudou a tentar ter algumas coisas. Algumas delas eu consegui, muitas outras eu perdi. Talvez meu problema seja acreditar apenas naquilo que não é muito real. Anyway...
Beijos!
NADA COMPLICADA: deixar alguém ir embora, pra mim, sempre foi o símbolo do meu fracasso e não da minha superação. Mas infelizmente o primeiro babão que eu beijei, superei! rs
Fiquei curiosa pra saber desse seu doido do primeiro beijo! Se quiser contar... :D
Besitos!
ERICA: algumas frases simplesmente não passam em branco mesmo! Mas é como meu amigo disse. Tem gente que tem esse discurso carismático e, embora nem sempre maldoso, consegue nos iludir.
Vc me fez lembrar de um doido que tinha esses tais ideais nobres! Quem sabe isso não vira post? ;-)
Beijos!
AUTOR: ahahahaha! Amei muito o “quer me fazer feliz pelo menos uma vez e me fazer sofrer o resto da vida?”
É o tipo de frase de efeito que combina muito comigo e que eu adoraria ter usado se tivesse tido essa ideia! rs
Tenho aprendido na marra o que é viver uma vida real, viu? De qualquer forma, a lição n. 1 foi esquecer todas as histórias românticas da literatura e do cinema. Definitivamente não existem. E, se existem, não conheço nem ouvi falar.
Beijo!
AMIGA DO CAFA (CELAMAR): que bom que gostou daqui!
E vc tem razão. Gostar, num caso assim, é pra ser à distância. É a única maneira de fazer com que esse gostar não seja nocivo pra gente.
Beijinho!
CRIS CAETANO: eu super me irrito comigo mesma! Como é que eu consigo esquecer? Nesse caso, só tratamento de choque mesmo: deletar, não atender, se fingir de morta.
Beijinhos!
CAROL: quando Brid e eu começamos com este blog, tínhamos essa ideia mesmo, de tornar nossas histórias malucas em algo que nos divertisse. É sempre melhor rir de nós mesmas do que ficar remoendo as coisas que aconteceram com a gente.
Carregar a cruz de ter um doido manipulador não é fácil, né? Eles nos fazem acreditar que viver assim, nessa mistura constante de sentimentos, é bom!
Obrigada mesmo pelo conselho. Só preciso apagar da minha mente que “loucura é sinal de vida” primeiro! rs. Porque, gata, eu adoro isso tb. Confesso.
Bem, adorei a citação. Lema de vida!
Beijos!
Lee,
Seu texto pareceu episódio inédito de Sex and The City. Por óbvio, seria mais um capítulo do peculiar romance de Carrie e Mr. Big.
Beijos.
"Não entrar na loucura dele de novo, é o que as pessoas que me querem bem recomendam".
Dr. Lee se você mesma sabe que o cara é doido – reconhecer é a parte mais difícil – acho que é válido deixar essa história de lado. Como dizem por aí, errar é humano, mas persistir no erro é burrice.
www.mulherzinhasim.blogspot.com
www.formspring.me/mulherzinha
Lee e Brid, acompanho o blog há muito tempo e, vira e mexe, me identifico com alguma história de vocês. Seja pela minha estranheza natural (gosto de pensar que esse é um dos meus charmes), pela forma como penso, sinto e ajo, seja pelos doidos que entram na minha vida. E assim, sem querer, vocês já me ajudaram a superar alguns problemas e traumas.
Os dois últimos posts me fizerma lembrar de mesmo doido. Ele já me fez passar pela dor do fim. Mas de tempos em tempos ele ressurge na minha vida. E ele tem um timing perfeito: sempre faz isso quando começo a deixá-lo de aldo, a me envolver com outra pessoa. E eu sempre me perguntei porque ele fazia isso, se ele me disse mais de uma vez que não queria mais nada comigo. E lendo o post da Lee, talvez eu finalmente tenha achado uma resposta.
Lee, acredito que sei exatamente pelo o que você está passando. E por mais que meu lado racional me diga para me afastar correndo, eu não tenho certeza se conseguirei. Sou meio como a Brid: acredito que no fim pode dar tudo certo e que vale a pena tentar mais uma vez.
Espero que, você e eu, consigamos achar uma solução pra isso e que sejamos muito felizes. Nós merecemos!!!
Beijos
Oi Lee,
Acompanho o blog há um tempão e só agora estou comentando.
Ao ler esse post imaginei até que você estava falando de mim, pois tenho um doido parecido, que vai e volta, infelizmente, ou felizmente, sei lá, sempre encontra o caminho d volta.
E desculpa a minha curiosidade, mas como já li todo o blog desde o inicio imagino que esse doido é "o doido mais antigo." Estou certa?
Bjs e Parabéns pelo blog.
Obrigada, acabei de descobrir a doença do maior doido da minha vida. Ele é o meu fantasma, meu amor vivido em partes, em momentos, em loucuras, mas nunca por inteiro. Mas infelizmente ele é irresistivel e já me peguei por várias vezes pensando se a doida sou eu. Mas com o seu texto, Lee, consegui desvendar esse doido, o maluco da história é ele e ponto final.
Obrigada!
beijos
LARA AUGUSTA: vc acredita que eu nunca vi “Sex and the city”? rs.
Mas, claro, conheço um pouquinho da história da Carrie e do Mr Big. Acho que vc foi perfeita na comparação! :D
Beijo!
MULHERZINHA SIM: então eu já sou burrinha faz tempo! rs
Mas, aos poucos, vou melhorando. Não dá mesmo pra continuar assim.
Beijo!
ARIANNY: pessoas estranhas são muito interessantes e charmosas sim!
Meu doido também é como o seu: tem um timing perfeito. Mas se você ainda não consegue afastar o seu, não se culpe nem pense que é fraca por isso. Pra insistir em algo é preciso ser muito firme com relação ao que deseja.
Fico feliz por termos ajudado você em alguma coisa. Obrigada pelo comentário e vamos torcer pra conseguirmos o melhor dessa situação toda.
Beijo!
THAÍS: que bom que deixou seu primeiro pitaco aqui! :D
É incrível como muitas mulheres têm um doido como o deste post, né? Mulheres são muito tolerantes e acreditam sempre numa mudança e num final feliz.
Vc está certa, sim. É ele. ;-)
Beijinho!
NA ESTRADA: fico realmente feliz por te ajudar a refletir melhor sobre sua história.
É tão difícil analisar um relacionamento quando estamos diretamente envolvidas nele, né? Não enxergamos tanta coisa... Mas, felizmente, temos os amigos pra nos ajudar.
Boa sorte pra vc!
Beijo!
LEE,VC PROMETEU CONTAR A HISTÓRIA DO DOIDO "PATÃO".
CONTA VAI!
Lee minha cara,
O quintal do vizinho SEMPRE é mais verdinho. Eu ao contrário de você guardo mágoas até sem querer, e fico a me lamentar das pessoas boas que deixo passar por simplesmente não conseguir me livrar deste peso e me deixar levar facilmente, arriscar...
Ai tá vc se lamentando por se deixar levar...
Minha linda, não há certo nem errado. O que há são escolhas. E todas podem nos levar ao sofrimento ou a felicidade. Quem saberá? Ninguém! Pois só conheceremos o caminho que escolhermos, O outro será só suposições.
Logo, não se martirize por ter um coração leve,nem por se sentir seduzida pela possibilidade de felicidade. Quem não se sentiria?
Talvez alguns resistissem melhor, talvez não.
Mas não há mérito nenhum nisto, pois se olharmos por outro prisma, eles também não resistiram a tentação de não arriscar, de se protegerem, de usar o histórico do outro.
Vê? Não há certo, nem melhor, só escolhas e seres humanos se protegendo.
Beijo linda e boa escolha!!!
vou responder com uma música pq esse tipo de doido sempre me lembra essa música ( e to triste de saber da noticia do seu mister, lv u, gata, espero que vc fique bem)
http://letras.terra.com.br/culture-club/69005
Victims
Culture Club
The victims we know so well, they shine in your eyes
When they kiss and tell, strange places we never see
But you´re always there, like a ghost in my dream
And I keep on telling you,
Please don´t do things you do
When you do those things pull my puppet strings
I have the strangest void for you
....
bjs
adorei o blog! e este texto ficou ótimo!
voltarei mais vezes!
ANÔNIMO: eu tinha me esquecido completamente dele! rs. Prometo que assim que eu conseguir escrever algo engraçado eu conto a história do Patão.
DZU: é complicado tb guardar as mágoas, né? E o equilíbrio entre guardar e esquecer é tão difícil de ser atingido...
Seu comentário foi perfeito. A gente nunca saberá a que nos levaria o outro caminho, né? Temos somente a ilusão de que ele seria melhor.
Apesar de tudo, eu fico tranqüila por fazer as besteiras que faço pelo que vc disse: só pra tentar ser feliz. O mais feliz que eu puder. Que mal tem, né?
Obrigada pelas coisas que vc disse. Gostei muito mesmo! Pensei bastante a respeito dessa história toda.
Um beijo!
IAIÁ: vou ficar bem. Espero que logo. Brigada, viu?
E a letra é perfeita pra esse tipo de doido MESMO. Traduz todo o sentimento de angústia que eu vivo.
Amei, Iaiá!
Beijo, querida!
ANA: obrigada! Volte muitas outras vezes!
Beijo!
Oi! Nunca havia comentado aqui mais não resisti a esse post, com o qual rolou uma total identificação. Eu também, carrego ao longo da minha estória alguns doidos que volta e meia estão ressuscitando, e para os quais também tenho uma imensa dificuldade de dizer "não", esquecendo instantaneamente tudo de ruim que rolou e me deixando ser invadida pelas lembranças cor de rosa. Fazer o que, né?? Embarcar novamente até que o dito cujo pise na bola de novo, e, recuperada da amnésia, cair na real novamente.
Bom, é isso, na verdade só queria dizer que AMO o blog de vocês!!! Beijos!
Merda.
O seu namoro me fazia crer que o amor existia.
JACIRA: obrigada! Tenho certeza de que o blog é assim pela participação de vocês. Afinal, essa troca ou essa identificação, como você disse, faz com que a gente tenha ânimo pra compartilhar histórias, algumas vezes engraçadas e outras vezes tristes. Isso faz parte da nossa terapia semanal.
Beijinho!
CRIOLA: eu ainda acredito. No amor e no namoro. Acho que é uma questão de ajuste de tempo e espaço.
Beijo!
Lee querida, vc sabe que meus conselhos são tão ruins quanto os seus (hehe), mas neste caso eu diria CAI FORA!!!! Pq este doido é realmente D-O-I-D-O, literalmente!!! Mas eu te entendo também, já tive vários doidos ressurgindo do nada e vc sabe como tudo terminou, né ;)
Ahhh, discordo totalmente de vc qdo vc disse
"Gostar, num caso assim, é pra ser à distância. É a única maneira de fazer com que esse gostar não seja nocivo pra gente."
Te digo por experiencia própria à distância tb é muuuuuuuito nocivo, mas um dia a gente acerta!!!!hihi
Beijos
Tenho medo de doidos eternos.
A questão da caixinha é igualzinha para mim: eu esqueço os momentos ruins e trago os bons pro presente.
Sei lá.
DRA. BENNET: que bom que apareceu por aqui! :D
De conselho a gente anda mal mesmo!
Olha, veja o lado bom do meu caso. Eu já aceitei que ele é doido e que a doença mental dele não tem jeito. [first step]
Eu não tinha pensado no seu caso quando falei de gostar à distância. Vou me corrigir então e dizer que gostar à distância, neste caso, não é TÃO nocivo quanto estar perto. Eu acho que assim essa frase vale pra nós duas. Ou será que nossas experiências ao vivo foram boas? rs
Beijinho! Saudades!
DESAVENTURAS NAMOROSAS: e a gente sempre tem um doido eterno, né?
Beijo!
'Os acontecimentos ruins eu não guardo e talvez por isso meu sentimento de raiva seja tão passageiro e tão fácil de ser transformado em um sentimento bom.'
É, acho que somos doidas!
(pelo menos pra grande maioria da população).
Mesmo com toda essa capacidade, terminos nunca são faceis, o que dirá os mal resolvidos e os que ainda nos deixam apaixonadas.
Pq a abstinência do blog?! A semana sem um caso deixa os dias longos e as tardes frias. Vamos lá, hein?! Amanhã é segunda-feira. Estou na expectativa.
Bjkas.
Fase dos términos na blogosfera, eu acho - olha eu aqui tb passando por um. E, algo em comum: o conselho. As pessoas próximas, que me querem bem, dizer pra parar de bater palma pra louco dançar, que palhaço só faz graça pq tem gente que ri...mas, fala, é tão fácil gostar deles, né?
=~
DAYNE: meu sonho é conseguir finalizar de verdade um relacionamento, viu? Se tem um coisa que eu não sei fazer é isso. Beijo!
SARA: infelizmente, às vezes, falta tempo pra escrever. Brid e eu estávamos superatarefadas e não conseguimos escrever nada que fosse publicável. Mas acho que esta semana tem coisa nova por aqui. Beijo!
INTENSE: é muito fácil gostar e muito difícil desgostar. Poucos entendem o motivo disso. Se eu soubesse explicar, tb já teria me livrado dos meus doidos do passado.
Parece mesmo uma fase de términos por aqui. Espero que esse ciclo chegue ao fim logo. Vamutorcê.
Beijinho!
Primeiramente queria dizerte que amei o teu post! E estranho como as pessoas conseguem relatar fatos de noss vida tão perfeitamente. Assim chego a conclusão que todos sofremos do mesmo problema sempre. O meu doido me disse que era um merda e não poderia me amar,que eu mereço aisdo que ele poderia me oferecer! Pois bem, o que fazer? acreditar na minha idéia dele ser o eu "principe" ou um nada como ele mesmo disse? Não sei, só sei quenão rolou mais e eu cotinuo não sabendo se valia ou não a pena...
segundo: Dou-te o mesmo cnselho que seus amigos, não continue com este doido, não vale apena sofrer duas vezes pelo mesmo problema, pode-se chamar tal atitude de sadomasoquismo... hehe
beijos
LENI: ai, gata, pior que eu curto um sadô-masô! Hehehe!
Mas neste caso específico, não tem jeito nem com SM. :D
Fico feliz que tenha gostado do post! Será mesmo que nosso problema é sempre um só? Vou pensar sobre isso.
Sobre teu doido, talvez ele seja um merda mesmo. Porque, né? Pra admitir que é e ainda te contar isso, ele tem que ser muito loser. Mas eu entendo tanto esse teu sentimento de dúvida! Não saber como seria um relacionamento com ele faz com que vc fantasie demais. E isso é uma tortura.
Não sei se tua história com ele ainda continua, mas pense no mesmo conselho que meu amigo me deu. ;-)
Beijo!
LEE,
Acho que é por isso que eu bato cartão aqui a cada atualização. PORQUE EU ME IDENTIFICO!
E sim, TE DOU QUANTOS ABRAÇOS QUISER! Afinal, abraço é o melhor presente que há no mundo... conforta todos os envolvidos!
Sei que nunca te vi na vida, assim como tbm não vi a BRID, mas me sinto tão parecida e tão intima que chego até a estranhar. Por isso corajosamente proponho um trato: vc ajuda a BRID, ela te ajuda e eu (assim como todos os outros leitores) prometo que faço de tudo pra ajudar vocês... já que vcs ajudam todos nós o tempo todo com as suas loucuras.
Que tal? hahaha
Pausas são importantes para vermos a beleza dos movimentos! Pensa nisso, querida!
Conte comigo!
BJO
olha só... parece q estava lendo algo sobre mim... impressionante... mas mais impressionante ainda é como deixamos esses tipos de doidos nos manipular...
"Eu me assusto com essa facilidade que eu tenho de esquecer. Não só de esquecer, mas de reviver uma coisa em que eu não acreditava mais." Cada texto que leio, me identifico com algo, e não sei se isso é bom. Enfim, ao menos não sou a única, e é sempre bom conseguir rir de coisas que não são tão boias assim.
Acho que encontrei aqui um lugarzinho pra mim. O blog é realmente bom, parabéns.
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