Caso clínico:
Homem, 31 anos, moreno, alto, adEvogado. Fetichista e dominador. Eu o conheci por meio do meu perfil fake no Orkut, na comunidade “Dita Von Teese” (diva-rainha do burlesque! – aqui ). Ok, Orkut é muito last season, mas esta história também tem mais de dois anos. Então vamos lá.
Começamos a conversar sobre preferências e logo descobri que o doido curtia pés. Achei uma vantagem para ele, já que adoro carinhos nos meus. Por cerca de 2 meses nós conversamos por email, Orkut, MSN e similares. Ele demorou um tanto pra me mandar foto, mas até que era bonitinho e pegável. Só que na época eu estava solteira sem dever nada pra ninguém e mantinha contato com outro doido fetichista de São Paulo também. Como diz a Brid, “não me julguem, beijos!” Esse outro doido era bem mais rápido e decidido do que o primeiro, o que levei bastante em conta pra começar logo a sair com ele.
Assim, o doido adEvogado-dominador-podólatra acabou ficando de lado. Vez ou outra ele ainda me mandava um email pra manter contato. Até que seis meses depois o fluxo de emails começou a ser mais frequente. Notei que ele finalmente queria uma coisa mais objetiva e, estando desimpedida, investi na paquerinha.
Nós nos encontramos num pub muito aconchegante que fica na Vila Madalena, aqui em São Paulo. Fui de sandália para garantir que ele não demoraria tanto a se aproximar de fato. A conversa começou bem agradável e ele me pareceu ser bem tranquilo. Achei que, finalmente, eu teria uma sessão de podolatria bacaninha.
Porém, ele cometeu dois erros bem grandes. Vamos ao primeiro deles: ele começou a me contar que estava saindo também com outra menina. Submissa, escrava, whatever (jargão fetichista).
Nota: tudo bem que de vez em quando a gente acaba falando de outros relacionamentos em um primeiro encontro, aconteceu comigo já, mas, né? Vamos evitar. Pelo bem do bom primeiro encontro.
Ele ficou me contando as qualidades da sua “empregada” (palavras dele), da incrível capacidade que ela tinha de servi-lo, fazendo comida, lavando, passando e abrindo a cerveja pra ele. E, claro, de ser obediente na hora das relações-prazerosas-sem-fins-reprodutivos.
Nota: depois desse discurso eu tive uma crise de bocejos fulminante. Eu acho muito, mas muito chato mesmo essa coisa de usar a desculpa de ser fetichista pra tornar a mulher uma diarista não-remunerada. Acho dygno quem curte, mas essa história de submissão pra mim só rola no sexo ou devidamente contextualizada. Se extrapola, beijo-vai-ver-se-tô-na-esquina.
Bem, ele continuou me contando que estava com a escravinha há dois meses, mas que só agora estava adestrando a moça e que estavam tendo finalmente uma semana de 24/7 (quando a relação de dominação e submissão se dá 24 horas por dia em 7 dias da semana).
Para tentar tornar aquilo um diálogo e afastar o sono, perguntei:
- Adestramento em tempo integral? Como está sendo?
E ele cometeu, então, o segundo erro bem grande:
- Está sendo muito bom. Ela está presa no meu apartamento desde quarta-feira (oi, era sábado). E eu vou te levar para fazer companhia a ela.
Diagnóstico:
Num primeiro momento, fiquei entre diagnosticá-lo como portador da Síndrome de Rick (SR), mas depois também pensei numa Síndrome de René (MR).
Explico: Rick é o personagem de Antonio Banderas em Ata-me! (aqui), do Almodóvar. Pra quem não viu, resumindo porcamente é assim: Rick sai de uma clínica psiquiátrica, vai atrás de uma atriz, por quem é apaixonado, e amarra a moça numa cama até que ela se apaixone por ele.
Já René é um personagem de um livro chamado “A história de O” (aqui), que é sadomasoquista. René é amante de O e a leva a um castelo próximo a Paris para fazer de O sua escrava por meio de práticas e adestramentos.
Tratamento aplicado:
Eu fiquei uns bons segundos pensando nas palavras “presa”, “apartamento” e “companhia”. E gastei outros longos segundos olhando para o doido, esperando que ele gritasse: “Rá! Pegadinha do Mallandro!”. Mas ele não gritou.
O que fazer,né?
“Saio correndo?”, “digo que vou ao banheiro e vou embora?”, “faço algum tipo de ameaça?”, “peço para o garçom chamar a polícia?”, foram algumas das ideias que me passaram pela cabeça. Porque sou dessas, apocalíptica e drama queen.
No entanto, achei prudente terminar a história de uma maneira que ele não ficasse irado com minha recusa. Então me fiz de louca, loka, ALÔCA! Comecei o meu monólogo “vítima mode ON” sobre minha ojeriza a lugares fechados, sobre como aquele pub outrora aconchegante estava me sufocando e sobre o meu show quando fiquei presa no elevador da minha repartição pública. Eu superexagerei a história da claustrofobia e do número de cartelas de tarja preta que eu já tomei na vida. Emendei dizendo que eu teria um ataque de pânico se ficasse presa com a menina no apartamento dele. Ah! E que eu temia pelo bem-estar físico da moçoila.
Se ele eu fosse, não teria acreditado, é claro. Na verdade, não sei se ele acreditou, mas pelo menos mudou de ideia e me deixou ir embora. Ainda voltou a me mandar uns dois emails, mas deve ter percebido, no final das contas, que sua ideia não agradou.
Anotações posteriores:
- Ele tinha um apartamento na Grande São Paulo e não um castelo próximo a Paris, o que afeta substancialmente o efeito do tal adestramento e até mesmo do “convite” para o adestramento.
- Eu até acho a história de ficar presa num apartamento vivendo de relações-prazerosas-sem-fins-reprodutivos bem interessante. Mas com alguém interessante também. E que tenha propostas mais interessantes do que serviços domésticos também.
Para ler e depois assistir ao vídeo da leenda Dita Von Teese em Sanremo (aqui).
*****************
Esclarecimento
Na semana passada, houve um episódio muito constrangedor envolvendo o Sou Para-Raio de Doido. Muitos já devem saber, mas acho que é bom esclarecer aqui. Um texto da Brid (O caso do Doido Carnavalesco, leia abaixo) foi plagiado por outro blog, o que inicialmente poderia até confundir os leitores. Afinal, quem plagiou quem?
Acho que vale a pena dizer que nós NUNCA faríamos algo do gênero. Nossas histórias são nossas, escritas somente por nós mesmas e toda vez que a história não é nossa, nós damos créditos. Ainda que sejamos personagens/fake, não usamos o anonimato para pegar ideias alheias para escrever os posts. Eu teria muita vergonha se isso acontecesse aqui. A Brid mais ainda. Acima de tudo, ética. E a ética pode ser usada pra tudo na vida, não é?
A situação já foi esclarecida com a responsável pelo blog, então demos um voto de confiança a ela e não vamos dar continuidade a esse episódio. O post/plágio foi apagado e era isso o que a gente queria.
De qualquer forma, obrigada a quem denunciou o plágio e a todos que se manifestaram no Twitter, aqui nos comentários e nos comentários do outro blog. Caso vocês percebam isso novamente, avisem-nos, por favor.
Brid e Lee
Homem, 31 anos, moreno, alto, adEvogado. Fetichista e dominador. Eu o conheci por meio do meu perfil fake no Orkut, na comunidade “Dita Von Teese” (diva-rainha do burlesque! – aqui ). Ok, Orkut é muito last season, mas esta história também tem mais de dois anos. Então vamos lá.
Começamos a conversar sobre preferências e logo descobri que o doido curtia pés. Achei uma vantagem para ele, já que adoro carinhos nos meus. Por cerca de 2 meses nós conversamos por email, Orkut, MSN e similares. Ele demorou um tanto pra me mandar foto, mas até que era bonitinho e pegável. Só que na época eu estava solteira sem dever nada pra ninguém e mantinha contato com outro doido fetichista de São Paulo também. Como diz a Brid, “não me julguem, beijos!” Esse outro doido era bem mais rápido e decidido do que o primeiro, o que levei bastante em conta pra começar logo a sair com ele.
Assim, o doido adEvogado-dominador-podólatra acabou ficando de lado. Vez ou outra ele ainda me mandava um email pra manter contato. Até que seis meses depois o fluxo de emails começou a ser mais frequente. Notei que ele finalmente queria uma coisa mais objetiva e, estando desimpedida, investi na paquerinha.
Nós nos encontramos num pub muito aconchegante que fica na Vila Madalena, aqui em São Paulo. Fui de sandália para garantir que ele não demoraria tanto a se aproximar de fato. A conversa começou bem agradável e ele me pareceu ser bem tranquilo. Achei que, finalmente, eu teria uma sessão de podolatria bacaninha.
Porém, ele cometeu dois erros bem grandes. Vamos ao primeiro deles: ele começou a me contar que estava saindo também com outra menina. Submissa, escrava, whatever (jargão fetichista).
Nota: tudo bem que de vez em quando a gente acaba falando de outros relacionamentos em um primeiro encontro, aconteceu comigo já, mas, né? Vamos evitar. Pelo bem do bom primeiro encontro.
Ele ficou me contando as qualidades da sua “empregada” (palavras dele), da incrível capacidade que ela tinha de servi-lo, fazendo comida, lavando, passando e abrindo a cerveja pra ele. E, claro, de ser obediente na hora das relações-prazerosas-sem-fins-reprodutivos.
Nota: depois desse discurso eu tive uma crise de bocejos fulminante. Eu acho muito, mas muito chato mesmo essa coisa de usar a desculpa de ser fetichista pra tornar a mulher uma diarista não-remunerada. Acho dygno quem curte, mas essa história de submissão pra mim só rola no sexo ou devidamente contextualizada. Se extrapola, beijo-vai-ver-se-tô-na-esquina.
Bem, ele continuou me contando que estava com a escravinha há dois meses, mas que só agora estava adestrando a moça e que estavam tendo finalmente uma semana de 24/7 (quando a relação de dominação e submissão se dá 24 horas por dia em 7 dias da semana).
Para tentar tornar aquilo um diálogo e afastar o sono, perguntei:
- Adestramento em tempo integral? Como está sendo?
E ele cometeu, então, o segundo erro bem grande:
- Está sendo muito bom. Ela está presa no meu apartamento desde quarta-feira (oi, era sábado). E eu vou te levar para fazer companhia a ela.
Diagnóstico:
Num primeiro momento, fiquei entre diagnosticá-lo como portador da Síndrome de Rick (SR), mas depois também pensei numa Síndrome de René (MR).
Explico: Rick é o personagem de Antonio Banderas em Ata-me! (aqui), do Almodóvar. Pra quem não viu, resumindo porcamente é assim: Rick sai de uma clínica psiquiátrica, vai atrás de uma atriz, por quem é apaixonado, e amarra a moça numa cama até que ela se apaixone por ele.
Já René é um personagem de um livro chamado “A história de O” (aqui), que é sadomasoquista. René é amante de O e a leva a um castelo próximo a Paris para fazer de O sua escrava por meio de práticas e adestramentos.
Tratamento aplicado:
Eu fiquei uns bons segundos pensando nas palavras “presa”, “apartamento” e “companhia”. E gastei outros longos segundos olhando para o doido, esperando que ele gritasse: “Rá! Pegadinha do Mallandro!”. Mas ele não gritou.
O que fazer,né?
“Saio correndo?”, “digo que vou ao banheiro e vou embora?”, “faço algum tipo de ameaça?”, “peço para o garçom chamar a polícia?”, foram algumas das ideias que me passaram pela cabeça. Porque sou dessas, apocalíptica e drama queen.
No entanto, achei prudente terminar a história de uma maneira que ele não ficasse irado com minha recusa. Então me fiz de louca, loka, ALÔCA! Comecei o meu monólogo “vítima mode ON” sobre minha ojeriza a lugares fechados, sobre como aquele pub outrora aconchegante estava me sufocando e sobre o meu show quando fiquei presa no elevador da minha repartição pública. Eu superexagerei a história da claustrofobia e do número de cartelas de tarja preta que eu já tomei na vida. Emendei dizendo que eu teria um ataque de pânico se ficasse presa com a menina no apartamento dele. Ah! E que eu temia pelo bem-estar físico da moçoila.
Se ele eu fosse, não teria acreditado, é claro. Na verdade, não sei se ele acreditou, mas pelo menos mudou de ideia e me deixou ir embora. Ainda voltou a me mandar uns dois emails, mas deve ter percebido, no final das contas, que sua ideia não agradou.
Anotações posteriores:
- Ele tinha um apartamento na Grande São Paulo e não um castelo próximo a Paris, o que afeta substancialmente o efeito do tal adestramento e até mesmo do “convite” para o adestramento.
- Eu até acho a história de ficar presa num apartamento vivendo de relações-prazerosas-sem-fins-reprodutivos bem interessante. Mas com alguém interessante também. E que tenha propostas mais interessantes do que serviços domésticos também.
Para ler e depois assistir ao vídeo da leenda Dita Von Teese em Sanremo (aqui).
*****************
Esclarecimento
Na semana passada, houve um episódio muito constrangedor envolvendo o Sou Para-Raio de Doido. Muitos já devem saber, mas acho que é bom esclarecer aqui. Um texto da Brid (O caso do Doido Carnavalesco, leia abaixo) foi plagiado por outro blog, o que inicialmente poderia até confundir os leitores. Afinal, quem plagiou quem?
Acho que vale a pena dizer que nós NUNCA faríamos algo do gênero. Nossas histórias são nossas, escritas somente por nós mesmas e toda vez que a história não é nossa, nós damos créditos. Ainda que sejamos personagens/fake, não usamos o anonimato para pegar ideias alheias para escrever os posts. Eu teria muita vergonha se isso acontecesse aqui. A Brid mais ainda. Acima de tudo, ética. E a ética pode ser usada pra tudo na vida, não é?
A situação já foi esclarecida com a responsável pelo blog, então demos um voto de confiança a ela e não vamos dar continuidade a esse episódio. O post/plágio foi apagado e era isso o que a gente queria.
De qualquer forma, obrigada a quem denunciou o plágio e a todos que se manifestaram no Twitter, aqui nos comentários e nos comentários do outro blog. Caso vocês percebam isso novamente, avisem-nos, por favor.
Brid e Lee
41 psicanalistas diagnosticaram:
Cruzes! só de ler, eu fiquei apavorada rsrsrsrs
nossa, te admiro! eu jamais conseguiria inventar qualquer história na hora.acho que ficaria nervosa, sairia até correndo kkkkkkkkkkk Eu hein, rapaz doido!
bjs
Olá meninas, td bem com vcs?
Gente esse é doido mesmo, e cara de pau, nem disfarça rsrsrs...
bjs pra vcs
Olá gurias, tudo bem?
Meldels,juro que medo me deu.Sei não se eu teria tanto sangue frio assim para inventar uma desculpa,que fosse pelo menos aceitável para a ocasião.
Adoro ler estes "causos".
PS:Bom saber que o post-cópia foi deletado, pq gurias, ninguém merecia mesmo.
Bjos.
MEOOOO DEOOOOOS!!!!!
A cada dia que passa vcs se superam! Eu que já apareci na GLOBO por causa dos perigos da internet percebi que na realidade vcs é que deveriam ter os seus loooongos minutos de fama global no meu lugar.
CREDOOOOOO!!!!
Mas mesmo assim ri mto. ADOOOORO suas tiradas sarcásticas! Juro dou gargalhadas aqui no trab. e acabo disseminando o blog pras colegas!
Estou MEGA feliz que vcs estejam de volta!
BJO
Vc é corajosa. Eu teria praticado a arte de ir ao banheiro e não voltar, ahuahuahauha...
PÁGINAS DA MINHA VIDA: minha capacidade de inventar coisas absurdas em situações-limite é incrível! rs
NADA COMPLICADA: olá! Pois então, esse não tem vergonha da patologia que possui não! :D
MARA LU: olha, minha desculpa também não foi lá muito aceitável. Foi a única ideia que consegui desenvolver na hora, na verdade. rs
RÊ RENAULT: às vezes eu acho que meus casos estão mais para o programa da Márcia Goldsmith! rs
Obrigada por divulgar o blog pras colegas de repartição. Se vocês tiverem alguma história doida para compartilhar, não se acanhem.
Ah! Estamos felizes com a volta também! ;-)
INTENSE: eu fiquei com medo de ele me perseguir se eu fugisse. Mas a arte de ir ao banheiro e não voltar é das mais nobres! rs
É por essas e outras que não me interesso em conhecer ninguém da internet... Poucos são normais. huahuahua
MULHERZINHA SIM: você está certíssima. Nunca, JAMAIS desperdice seu tempo! :D
Ahaha mas essas meninas leem muito! Adorei as síndromes! O fato desses doidos, geralmente, seguirem um padrão, cria a necessidade de se inventar essas "síndromes populares" para melhor defini-los.
Mas vcs também procuram doidos, hein!? Todo mundo sabe que na internet não há outra coisa além de doidos!
Cara, a solução pra sair de fininho nesses casos é adotar uma nova personalidade. Tipo, namorada de pitboy, lésbica masculina (tem que coçar o saco imaginário e tudo), e por aí vai. Vou procurar ver esse filme do Almodóvar, deve ser engraçado e bom como todos os outros. beijos
"vai atrás de uma atriz, por quem é apaixonado, e amarra a moça numa cama até que ela se apaixone por ele."
MELHOR IDÉIA! SCARLETT JOHANSSON, TE SEGURA QUE AÍ VOU EU!
MAYA: os meus doidos seguem um padrão: eles estão sempre um pouco além do doido-padrão. E eu juro que não procuro, eles me acham!
Assista ao filme do Almodóvar! É muito bom. Claro que ele fez outros filmes muito melhores, mas Ata-me! é deliciosamente insano.
ANDRÉ: não avise a Scarlett não. Chegue de surpresa, que o efeito é bem melhor. Vai por mim. ;-)
Rapaz é cada um que aparece... fosse eu dizia q ia retocar minhamaquiagem e caía fora!! quem é doido?!!!
LUCY BROWN: eu queria muito conhecer a doida que topou o cárcere privado no ap do doido. Porque, né? Admiro.
Amiga, agora que vc falou dos fetiches, eu me lembrei de uma das minhas histórias com doidos fetichistas também. Tá na hora de botar pra fora (UI!) nosas maluquices da fase fetichenta.
ATA-ME: Eu considero O FILME. Adoro o jeito do doido do filme. Adoro a forma como o Almodovar mostra do que são capazes as pessoas "apaixonadas" (?!?). É um dos filmes que eu mais gosto e VOCÊ me deu o filme (junto com "Mulheres a beira de um Ataque de Nervos" e "Volver", lembra?). Assisto toda vez que eu me sinto mais doida que o normal, só pra equilibrar.
Eu me lembro dos dois doidos que vc citou. Acho válida a idéia de ir ao banheiro e não voltar mais, mas antes, eu teria pedido uma refeição bem grande e cara.
Estava pensando em FEMDOM estes dias. Mas só pensando. É... eu penso nisso as vezes e...ah, deixa pra lá. É só uma idéia mesmo.
Acho que ser amarrada não é má ideia. Qduando a gente gosta da pessoa a gente já está preso as amarras dela. não é muito diferente as amarras físicas.
Cao
hahahahaha!
Esse aí era louco! loucão da montanha!
Imagina a menina presa no apertamento dele?! hahahaha
Ainda bem que o fora foi bem dado.. no mesmo nível diria eu..
beijos
Hehe... dra Lee, não cogitou em momento algum aceitar a proposta do rapaz, e uma vez dentro do apartamento-masmorra se unir à pobre moçoila e dar o troco? Deixar o bonitinho amarrado e amordaçado na cama, pronto para satisfazer os prazeres carnais das duas?? Idéia bem mais agradável do que encarnar a faxineira não remunerada!!
Tenho que ser sincera, imaginei a cara desse doido como a daquele esquisito do filme 'Código da Vinci', o monge que era assassino, ui #medo!
Putz, acabei de descobrir que sou super careta...
Nunca, mas nuuunca eu chegaria perto de um doido desses...kkkkkkkkkk
Como diria minha irmã "Coragem amiga!!!"
bjs
Meeedo!!
Sou super medrosa com pessoas que nao conheço e um pouco careta... acho complicado isto de sair com pessoas que conhecemos virtualmente, tenho que me atualizar!
Ufa, ainda bem que vc conseguiu se livrar dele!
Ah! O Para-raio também é cultura, sempre aprendo por aqui!
Tks girls!
Bjs
BRIDGET: já coloquei várias maluquices da minha fase (fase?) fetichenta. Aproveite que estava pensando em FEMDOM, que não é só uma ideia, e escreve algum texto bem legal pra gente. ;-)
Eu adoro Ata-me! Mas toda vez em que me sinto mais doida do que o normal, eu corro ver Secretária. Nhá.
Uma refeição bem grande? Salta uma paella (piada interna), garção.
CAO: ser amarrada é uma das melhores práticas fetichentas. Só que é como você disse: tem que gostar de quem está nos “prendendo”. E gostar pode ter vários sentidos. O doido deste post, infelizmente, não se encaixava em nenhum gostar. ;-)
ERICA: apertamento é triste, né? Se ainda fosse o tal castelo da História de O... :D
PAULO: querendo pegar meu ponto fraco? rs. Eu gosto muito do papel da submissa, mas confesso que eu tenho um lado dominatrix também. Amarrar, dar uns tapinhas, mandar fazer tudo o que eu quero... Ah, são muitas as possibilidades. Com este doido do post eu não pensei, mas já pensei com outros. ;-)
VANILLA: ai, que medo (2). Ele era estranho, mas não era feio, não. :D
ISA: até ele falar do cárcere privado ele parecia até bem normalzinho. Eu cheguei perto inocentemente, não que eu tivesse toda essa coragem. rs
CRYSTAL: gata, não aprenda coisa errada, não. Tenha medo das pessoas que não conhece e continue achando complicado sair com pessoas da net. Seja uma boa menina. ;-)
um loosho a atitude de vcs em esclarecerem o ocorrido e do outro blog em de certa e discreta maneira se retratar... um queijo pra vcs lindassss
Olá meninas, me desculpem o desaparecimento,rs. Então d uns tempos p cá tenho começado a ter curiosidade sobre essa coisa de dominação e tals, mas acho q se deve fazer isso com alguem em quem a gente possa confiar né? Medo...mas queria muito experimentar...rs.
GABRIELLE: gata, o outro blog se retratou bem como vc disse: "de uma certa maneira". A dona da espelunca lá ficou nos devendo uma, viu?
Anyway, continuemos sendo muito phynnas! rs
Beijo!
JOSYÊ: sumidona! rs
Acho muito legal que vc tenha curiosidade por esse mundo fetichento. E fetiche existe de todo tipo, né?
Como vc bem disse, tem que ser com alguém confiável. Na internet é bem difícil de achar. Tente as festas temáticas/BDSM.
Seja cuidadosa e terá boas experiências. ;-)
Beijinho!
Cara doido esse...
Mas talvez não tão doido quanto quem plágiou o Blog!
Plágio é uma puta duma sacanagem...
RUIM, sacanagem ruim...
Pq das boas, a gente gosta - Haha!
Beijos, meninas ;)
DAYNE: sacanagem boa é supernecessária! rs
Agora... Plágio é uma sacanagem feladapota! Coisa de gente baixa mesmo.
Beijinho!
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