Éramos namorados já fazia uns 3 meses e eu achava ele mais bonito do que eu. Esta frase já resumiria todo o meu calvário nesta relação fadada ao fracasso, mas eu sou destas que tenta. E é tentando que a gente quebra a cara, já dizia o Vovô Jones.
CASO CLÍNICO: Homem, 27 anos (na época), jornalista, ilustrador (eu adorava a parte do "ilustrador") e pseudo-poeta, estatura mediana, olhos pretos e os cílios mais lindos que eu já vi na minha vida.
Momento Confissão Inconfessável:
Antes de mais nada, devo confessar aqui uma particularidade minha: sou ciumenta. Mas eu não tenho ciúme de coisas normais e sem razão, também não sou louca, né? O meu ciúme é como um super-poder que surge após algum tipo de estímulo, como o Hulk, por exemplo, que precisa ficar com raiva para se tornar verde, forte e ter diastema nos dentes.
Eu nem chamaria de ciúme. Eu chamaria de "intolerância ao incômodo de imaginar alguém é mais atraente do que eu para o ser vivente que tem relações-prazerosas-sem-fins-reprodutivos sazonais com a minha pessoa". Intolerância ao Incômodo, que fique bem claro. A partir do momento que me incomoda, eu desapego da figura e perde a graça. Simples assim! Não é o caso de me chamar de paranóica, claro que não. Mas, eu já tive 20 anos de puro desequilibrio mental. Tempo bom que não volta mais!
Voltando ao caso:
Acontece que o moço em questão era, além de bonito, dado (opa!) a alguns prazeres mundanos. Um deles era assistir a apresentações de dança do ventre no restaurante de um amigo nosso. Ambiente familiar, comida boa, que mal há nisso, não é mesmo, minha gente? Nenhum mal, desde que você não seja EU e seu namorado não seja um tarado pervertido que fique babando feito um adolescente-punheteiro-que-nunca-viu-mulher-na-vida (perdão pelo vocabulário, mas nesses casos a coisa tem de ser dita de forma crua)! A moça dançava pelos quatro pontos do salão com seu cinto feito de moedinhas e ele parecia um bobo, hipnotizado, rindo a toa! Até que num determinado momento, ela veio pertinho dele, deu uma paradinha estratégica, sacudiu os quadris e virou as moedinhas na altura do umbigo. As moedinhas ficaram ali, paradinhas. Se até eu me impressionei, imaginem o Doido Encantado? Naquele exato instante, eu tive uma epifania.
Vou fazer Dança do Ventre.
Eu teria que ver os olhos dele brilhando daquele jeito. Era algo pessoal. Eu, que na época já estava as voltas com uma arte não muito feminina chamada Paintball, decidi largar as camuflagens e encarar uns véus e uns cintos de moedinhas. Não deveria ser mais difícil do acertar meu inimigo com uma arma de tinta, deveria? Pois é. Mas era.
Matriculei-me. Eu precisava virar as moedinhas no umbigo! Aquilo passou a ser um objetivo de vida. Um obessão! Não pelo doido, mas por mim mesma! Eu ia nas aulas, mas também fazia todos os exercícios em casa. Depois eu passei a fazer todos os exercícios também durante o trabalho. Não podia ver um espelho, um vidro, um reflexo que fosse que já estava eu, paralisando os ombros e mexendo os quadris discretamente. Dava aquela olhadela furtiva para certificar-me de que não havia ninguém olhando e fazia o "oito" com a cintura. Acreditem, eu fechava os olhos para "sentir" o movimento. Eu exercitava os quadris na cama, para cima e para baixo, na posição mais erótica e patética que se possa imaginar (sim, esta posição, quando executada sozinha e ao ritmo de Tarkan é patética). Treinava os "olhares" no espelho. Treinava o "serpentear" da cintura e dos braços o tempo inteiro. E por fim, comecei a andar por aí com o tal cinto de moedinhas por baixo da roupa, para poder treinar na fila do banco ou do supermercado.
Passaram-se meses.
Nesses meses, descobri que cada vez que eu via o Doido Encantado babando no "Ali Babar" (sugestivo, né?), assistindo as meninas dançarem, minha libido diminuía. Acreditem, ele me deixava totalmente de lado. Isso me constrangia de verdade! As relações-prazerosas-sem-fins-reprodutivos foram ficando metódicas, frias, regradas e cada vez mais raras. Ele não fazia idéia de que eu estava lá dando duro (êpa!) para virar as tais moedinhas. O namoro ia. Lembro-me que a Lee achava "linda" esta minha "devoção" pela dança. Principalmente porque "a Brid não é muito de pensar em realizar o desejo do outro". Palavras dela. Eu sou sim! Desde que também seja o meu desejo, oras!
O caso é que eu acabei ficando boa naquilo. Aprendi a "Dança dos 7 véus" e por fim, aprendi a virar as moedinhas no umbigo. Com paradinha estratégica, sem paradinha estratégica, com candelabro na cabeça e com espada equilibrada no baixo ventre (não tentem visualizar, beijos!).
O grande dia havia chegado. Eu iria dançar para ele. Fomos para o apartamento dele, ensaiamos algumas preliminares na sala e eu pedi para esperar (normal. Eu sempre peço para escovar os dentes antes da relação-prazerosa-sem-fins-reprodutivos). Parapetei-me, tomei um calmante, um remédio para Labirintite, uma Neosadina e fui. Dancei, minha gente! Dancei, dancei (/Cauby Peixoto), como num musical da Brodway! Num ritual de dança deste tipo, o homem não toca a mulher, só olha. Ele conhecia bem o ritual e estava paralisado, hipnotizado, encantado, e... bem, ele estava bem mais do que isso.
Pausa para explicações & DIAGNÓSTICO: (eu sei que o post está longo, mas todas as minhas ações são contextualizadas e não quero ninguém me xingando de doida desequilibrada, sem saber do terço todo. Depois, podem mandar ver!): No decorrer do meu namoro, descobri que Doido Encantado era mau. Muito mau. Mau mesmo.
Fim da pausa para explicação.
TRATAMENTO APLICADO: Sei que era chegada a hora do Gran Finale. A música já estava no fim. Foi quando eu cheguei bem pertinho dele e fiz!
A virada das moedinhas no meu umbigo.
O movimento da barriga, perfeito.
A paradinha e a última jogadinha de quadril para o lado direito.
Antes que ele parasse de respirar, eu olhei para ele e disse:
Viu? Eu também consigo!
Vesti minha calça jeans surrada, calcei o All Star e fui direto para o Paintball. Afinal, é delicioso atirar bolinhas de tinta nos outros. Relaxa e descarrega toda a raiva e sede de vingança.
Deixei lá o cinto de moedinhas.
Nunca mais dancei.
CASO CLÍNICO: Homem, 27 anos (na época), jornalista, ilustrador (eu adorava a parte do "ilustrador") e pseudo-poeta, estatura mediana, olhos pretos e os cílios mais lindos que eu já vi na minha vida.
Momento Confissão Inconfessável:
Antes de mais nada, devo confessar aqui uma particularidade minha: sou ciumenta. Mas eu não tenho ciúme de coisas normais e sem razão, também não sou louca, né? O meu ciúme é como um super-poder que surge após algum tipo de estímulo, como o Hulk, por exemplo, que precisa ficar com raiva para se tornar verde, forte e ter diastema nos dentes.
Eu nem chamaria de ciúme. Eu chamaria de "intolerância ao incômodo de imaginar alguém é mais atraente do que eu para o ser vivente que tem relações-prazerosas-sem-fins-reprodutivos sazonais com a minha pessoa". Intolerância ao Incômodo, que fique bem claro. A partir do momento que me incomoda, eu desapego da figura e perde a graça. Simples assim! Não é o caso de me chamar de paranóica, claro que não. Mas, eu já tive 20 anos de puro desequilibrio mental. Tempo bom que não volta mais!
Voltando ao caso:
Acontece que o moço em questão era, além de bonito, dado (opa!) a alguns prazeres mundanos. Um deles era assistir a apresentações de dança do ventre no restaurante de um amigo nosso. Ambiente familiar, comida boa, que mal há nisso, não é mesmo, minha gente? Nenhum mal, desde que você não seja EU e seu namorado não seja um tarado pervertido que fique babando feito um adolescente-punheteiro-que-nunca-viu-mulher-na-vida (perdão pelo vocabulário, mas nesses casos a coisa tem de ser dita de forma crua)! A moça dançava pelos quatro pontos do salão com seu cinto feito de moedinhas e ele parecia um bobo, hipnotizado, rindo a toa! Até que num determinado momento, ela veio pertinho dele, deu uma paradinha estratégica, sacudiu os quadris e virou as moedinhas na altura do umbigo. As moedinhas ficaram ali, paradinhas. Se até eu me impressionei, imaginem o Doido Encantado? Naquele exato instante, eu tive uma epifania.
Vou fazer Dança do Ventre.
Eu teria que ver os olhos dele brilhando daquele jeito. Era algo pessoal. Eu, que na época já estava as voltas com uma arte não muito feminina chamada Paintball, decidi largar as camuflagens e encarar uns véus e uns cintos de moedinhas. Não deveria ser mais difícil do acertar meu inimigo com uma arma de tinta, deveria? Pois é. Mas era.
Matriculei-me. Eu precisava virar as moedinhas no umbigo! Aquilo passou a ser um objetivo de vida. Um obessão! Não pelo doido, mas por mim mesma! Eu ia nas aulas, mas também fazia todos os exercícios em casa. Depois eu passei a fazer todos os exercícios também durante o trabalho. Não podia ver um espelho, um vidro, um reflexo que fosse que já estava eu, paralisando os ombros e mexendo os quadris discretamente. Dava aquela olhadela furtiva para certificar-me de que não havia ninguém olhando e fazia o "oito" com a cintura. Acreditem, eu fechava os olhos para "sentir" o movimento. Eu exercitava os quadris na cama, para cima e para baixo, na posição mais erótica e patética que se possa imaginar (sim, esta posição, quando executada sozinha e ao ritmo de Tarkan é patética). Treinava os "olhares" no espelho. Treinava o "serpentear" da cintura e dos braços o tempo inteiro. E por fim, comecei a andar por aí com o tal cinto de moedinhas por baixo da roupa, para poder treinar na fila do banco ou do supermercado.
Passaram-se meses.
Nesses meses, descobri que cada vez que eu via o Doido Encantado babando no "Ali Babar" (sugestivo, né?), assistindo as meninas dançarem, minha libido diminuía. Acreditem, ele me deixava totalmente de lado. Isso me constrangia de verdade! As relações-prazerosas-sem-fins-reprodutivos foram ficando metódicas, frias, regradas e cada vez mais raras. Ele não fazia idéia de que eu estava lá dando duro (êpa!) para virar as tais moedinhas. O namoro ia. Lembro-me que a Lee achava "linda" esta minha "devoção" pela dança. Principalmente porque "a Brid não é muito de pensar em realizar o desejo do outro". Palavras dela. Eu sou sim! Desde que também seja o meu desejo, oras!
O caso é que eu acabei ficando boa naquilo. Aprendi a "Dança dos 7 véus" e por fim, aprendi a virar as moedinhas no umbigo. Com paradinha estratégica, sem paradinha estratégica, com candelabro na cabeça e com espada equilibrada no baixo ventre (não tentem visualizar, beijos!).
O grande dia havia chegado. Eu iria dançar para ele. Fomos para o apartamento dele, ensaiamos algumas preliminares na sala e eu pedi para esperar (normal. Eu sempre peço para escovar os dentes antes da relação-prazerosa-sem-fins-reprodutivos). Parapetei-me, tomei um calmante, um remédio para Labirintite, uma Neosadina e fui. Dancei, minha gente! Dancei, dancei (/Cauby Peixoto), como num musical da Brodway! Num ritual de dança deste tipo, o homem não toca a mulher, só olha. Ele conhecia bem o ritual e estava paralisado, hipnotizado, encantado, e... bem, ele estava bem mais do que isso.
Pausa para explicações & DIAGNÓSTICO: (eu sei que o post está longo, mas todas as minhas ações são contextualizadas e não quero ninguém me xingando de doida desequilibrada, sem saber do terço todo. Depois, podem mandar ver!): No decorrer do meu namoro, descobri que Doido Encantado era mau. Muito mau. Mau mesmo.
Fim da pausa para explicação.
TRATAMENTO APLICADO: Sei que era chegada a hora do Gran Finale. A música já estava no fim. Foi quando eu cheguei bem pertinho dele e fiz!
A virada das moedinhas no meu umbigo.
O movimento da barriga, perfeito.
A paradinha e a última jogadinha de quadril para o lado direito.
Antes que ele parasse de respirar, eu olhei para ele e disse:
Viu? Eu também consigo!
Vesti minha calça jeans surrada, calcei o All Star e fui direto para o Paintball. Afinal, é delicioso atirar bolinhas de tinta nos outros. Relaxa e descarrega toda a raiva e sede de vingança.
Deixei lá o cinto de moedinhas.
Nunca mais dancei.
Para ler ouvindo Tarkan, (o homem mais lindo dazarábias) cantando "Bounce" e Shakira com "Ojos Asi". Porque dança do ventre é "crássico", mas eu sou pop.
Upadate: A pedidos, então - vou contar porque ele era mau. Ele estava tendo relações-prazerosas-e-libidinosas-sem-fins reprodutivos com a minha melhor amiga (não, não era a Lee). Foi a primeira vez que eu me decepcionei com alguem que eu gostava muito. No caso, ela.
Observação, créditos e agradecimentos:
1. Show do Faith No More. Eu me senti novamente com 15 anos. Assim que apareci em frente à minha mãe e perguntei se a saia pregueada e o coturno estavam bonitos, ela disse: "Você tá ridícula!", eu tive certeza de que eu estava perfeita! Encontrei por lá Doido Pioneiro, saracoteando sua credencial de "Banda" e sendo gentil. Nota Mental: não pensar sobre isso. Ah, e é claro, desta vez eu pude cantar "Midlife Crisis" (aqui) com propriedade. Porque eu ainda não tenho trinta e poucos, mas gritei, pulei e bati cabelo como se já tivesse. Antes eu cantava porque era uma adolescente rebelde.
2 . Esta história era para ser uma das primeiras do blog, lá no comecinho, quando ninguém nem nos lia direito. Mas eu fui deixando, deixando, deixando. Um pouco porque eu tinha vergonha de admitir que sou ciumenta, outro pouco porque eu não queria dizer porque o Doido Encantado era mau (e nem vou dizer), e outro pouco porque esta coisa de dança do ventre nem é minha cara. Mas todo mundo já fez alguma coisa que não tivesse nada a ver com a gente, por algum motivo maluco e sem explicação razoável, né?
3. A Jaqueline fez outro post citando um dos meus doidos dentistas. Vale a pena dar uma chegadinha lá no Dentistas Online. Está cheio de diquinhas de saúde bucal. Acho útil. E tem também as piadinhas do Doutor Maikel que divertem e instruem. Prestigiem!
4. Queria agradecer a dona Luciana, que é fá do Franz Ferdinand, dos Strokes é gatinha e tem dinheiro na caixinha. Ela que me passou os links que estão aí em cima! Adicionem a menina, gente!
5. Agradeço também ao meu amigo Mysteriousman que além de muito phynno, dá a dica para as musicas dos posts, que eu sempre acato quando não são exageradamente sarristas. Desta vez, ele sugeriu El Arby do Khaled. Porque hoje o post foi todo Pop, né? Nada Cult. Na-di-nha!
59 psicanalistas diagnosticaram:
Primeiro eu vou falar que até me senti mal agora de ter largado a dança - e olha que eu nem tinha tentado ainda o lance das moedinhas, qto menos equilibrar espada no baixo ventre.
Segundo eu vou pediiiiir, imploooooraaar, conta, Brid, conta pq ele é mau? pufavô!
=/
Oii Brid, pois é... eu tbm ja fiz dança do ventre, no inicio é super legal ( eu acho ta?) mais depois perdir a graça! mas como preciso fazer alguma atividade fisica e sou hiper indisciplinada com academia, estou pensando seriamente em voltar pra dança ahh, porque ele era mal? porque hein??
bjs
KKKKKKKKKKKK
Só vc mesmo...
Já tentei fazer dança do ventre, mas não sei ser mocinha. Prefiro Krava Magá.
Bjos!
amigãnnn,
to treinando pole dance..isto é poste dance ( piada interna) mas isso é fixinha perto de parar as moedinhas na dança do ventre. admiro.
painball? adouuuro!
bj
"intolerância ao incômodo de imaginar alguém é mais atraente do que eu para o ser vivente que tem relações-prazerosas-sem-fins-reprodutivos sazonais com a minha pessoa" = Tenho a msma coisa, mas no nivel 10, aff, escorpiana, como sofro...
"por fim, comecei a andar por aí com o tal cinto de moedinhas por baixo da roupa, para poder treinar na fila do banco ou do supermercado." = Imaginei isso, imagine o que os moto boys na fila ficaram pensando?rs
"Principalmente porque "a Brid não é muito de pensar em realizar o desejo do outro". Palavras dela. Eu sou sim! Desde que também seja o meu desejo, oras!" DIGNO!rs
"Com paradinha estratégica, sem paradinha estratégica, com candelabro na cabeça e com espada equilibrada no baixo ventre." PRATICAMENTE UMA JADE EM "O CLONE",rs
O_O Tô besta com o final, Brid, queria ser como vc, ter toda essa frieza, o cara teve o q merecia...mas qdo vc fez isso já sabia q ele saía com a outra?
Você é muito foda!!! :-D Sou seu fã!!!
Enfim... o show do faith no more foi demais né!!!!!!?
BEIJOS
INTENSE: Não se sinta mal. Volte, oras! E eu tava sendo exagerada, nem conseguia tudo isso, não. É liberdade literária. Vc viu q eu contei num update? Tá lá! Vale mais um comment, né?
LANE: Super ja contei lá no texto! Corre lá! E volte pra dança, fia!
ANNA: Krava Magá é tudo. Mas eu não sou adepta a essas coisas, não, viu? O Paintball me realiza em todos os sentido (ui!). Recomendo.
IAIA: Pole Dance é a sua cara. Continue nesta e será reecka e famosa com sua arte, beijos!
JOSYE: OLha, eu sempre fui discretinha. Só no serpentear dos braços é q eu era mais atirada, sabe? Ficava treinando na sombra, era meio doido! A Jade nem era viva nesta época, eu acho (sou velha, beijos). Eu soube que ele saia com aoutra umas semans antes. E tive certeza 3 dias antes. Amigos jornalistas são tudo de investigativos, fia! TUDO!
DOLCI: Eu sou foda que nem a Pitty? UHU!
Achei o post muito digno. E gostaria de sugerir outra trilha sonora, super pertinente:
http://www.youtube.com/watch?v=r6mOx2YXnZ0
Ficadica, meuamô!
MISTERYOUS MAN: Caramba, eu super esqueci que vc tinha sugerido o El Arbi do beijinho e tal... Juro q eu tinha até pensado em incluir e dizer q a ideia tinha sido sua. Driga, Drooga, Droga. Mas vou consertar isso já! Vem comeego!
Brid, sopaconstá: eu sou o fundador do movimento "Achincalha, Brasil" (muito digno, favor aderir) e não podia deixar passar batido esse seu momento "pisa na barata pega a borboleta" (/Ximbica).
E tenho dito.
ai, vcs me matam de rir. Queria ter cantado Midlife Crises, porque eu to com o coração menstruado;
e uma pergunta, quando calçou os jeans e o all star, em que estado (RS; SC; SP: MT: MS...) o meninão se encontrava, hahahaha, no minimo o queixo já andava n o Uruguai
bjs gurias
Vc é simplesmente uma comédia .
Soube que a história era sua (confirmei mesmo) no momento do "ciumenta", não me pergunte porque, trata-se de "feeling" acho eu =)
beijos,
ps. ótiima história, amei o tratamento aplicado !
Você teve muita coragem em fazer algo só para provar ao Doido Encantado que você também podia... se bem que essa prova era pra você mesma.
Depois que você dançou pra ele, você simplesmente saiu e foi jogar paintball??? hahahahahaha atóron...
Mas só me diz mais uma coisa ele foi mau depois de você ter dançado com ele ou você fez a dança para provocá-lo e largá-lo lá com desejo de você?
Eu sou fã da Brid e ela já sabe disso, já declarei algumas vezes isso... rs
Esta história foi mais um motivo para apreciá-la.
Beijos
(pausa pra reparar que vc falou em diastemas e que escova os dentes antes de qualquer relação-prazerosa-sem-fins-reprodutivos e claro que eu prestei atenção nisso hahaha, e adorei! Brid, vc foi dentista na outra vida, fato.)
Eu tenho que confessar que morro de vontade de fazer dança do ventre. Dança de salão tb. E jogar paintball. Mas já te falei que faço mil coisas e tenho vontade de fazer outras mil. Típico de mim.
Bem, devo dizer que essa história foi exatamente um caso de vingança é um prato que se come frio. E nunca vi tanto empenho nisso. Fiquei imaginando a cara dele. Foi bem feito haha.
Adoro as histórias de vcs.
Beijãoo
PS: Obrigada pela citação. Qualquer nova história de doidos dentistas, avise pra gente postar lá tb.
"Éramos namorados já fazia uns 3 meses e eu achava ele mais bonito do que eu" kkkkkkkkkkk
Que horível isso, se sentir menos bonita que o cara é cruel. Mas pior ainda é saber que ele é mau mto mau msm, pior que ele só essa sua "amiga".
Concordo com a Josyê... queria ter essa frieza toda. Brid vc é minha ídala rs.
Bjoooo
antes que me encham o saco eu sei que se escreve ficha...mas fixinha tb é piada interna. grata.
Guria do céu.
Quase infartei rindo.Primeiro pq me encontro em quase 20 anos de puro desequilíbrio mental.Amém senhor e que eu faça todas as porcaria que tenho direito agora.
Ai gacta,tentei te imaginar dançando esse trem,com moedinha na cintura,arremessando véus aos 7 ventos.E me lembrou uma festa top que fui esse ano,e eu sentada com meus amigos,tomando chandon(que era liberada) e uma dançarina me atingiu com um véu desses na cara.Não satisfeita,ela me atingiu com uma espécie de asa,que ela usara numa dança.
Isso não era doido meu amor,era safado,cachorro,sem vergonha(como diria minha amada e esperta mãe).Já dizia tb vovó,quando tá demais,ferve uma água bem quente e toca no sujeito.Tudo se resolve.
*ri e dancei liiiitros com essa música do Khaled.Me lembra meus 8,9 anos *
"Oh que saudade que eu tenho,
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida,
Que os anos não trazem mais."
Recebi a poetisa (abafa)
Beijos gurias geniais!
Ai que saudade daqui. Me sinto entre iguais novamente. Tipo, paranoica (agora é nôica), buadaça.
Ai gte, preciso escrever o caso do doido autista e sua ameeeega Jac-elaaaaiiineee, que excreve axxxim só pra irritar os deuses.
Mas passem por lá tb e subam ao lustre empoeirado!
besos
Eu realmente queria elogiar o texto, que está sensacional. Não, espera. "Sensacional" é um adjetivo gay. Vou refazer.
Eu realmente queria elogiar o texto, que está FODÃO (toma uma lata de cerveja, conserta um cano de pia, cospe no chão), mas a dança do ventre me lembrou de uma história.
E eis minha dúvida (não me xinguem, sou leitor novo): aqui vocês narram apenas histórias de doidOs, ou de doidAs tambem? Se for o caso, pra onde eu mando a narrativa da esquizofrênica-mor (os pontos principais, claro, já que ela só ficaria impagável se for transcrita na linguagem afiada de vocês)?
A propósito, sensacional o texto.
Vou dividir as respostas dos comentários em duas partes, mas antes, pra deixar minha veia poética (é vêia e não véia, ja que véia não tem mais acento, beijos).
Um Nerudinha pra começar o dia?
"Eu amei e acho que algumas vezes, ele também me amou, só que o prazer é tão curto e o esquecimento, tão longo!"
É tradução livre, mas eu acho tão foda!
Agora, leiam abaixo meu re-comments.
Beijos da BRID
MYSTERIOUSMAN: LE-VI-A-NO! E eu estou no movimento "Achincalha, Brasil"! desde sua criação em 1987.
EU SOU O GOOGLE: Gente, morri com sua observação. Não sei o estado, viu, pq eu sou ruim de geografia! :) Mas meu coração já anda mentruado faz um tempinho. Mas eu gosto mesmo é de cantar a parte que diz: "Vc é perfeito, sim é verdade! Mas sem mim, você é somente você." Acho digno.
VANILLA: Eu não sou ciumenta. Eu sou viciada em atenção exclusiva. :)
LU: A história foi mais ou menos assim: Eu desconfiava, uns amigos descobriram e eu tive a certeza qdo cheguei nela e perguntei. Intrigas q só acontecem com a gente qdo se tem 20 anos. Depois todo mundo cresce e nem liga pra essas coisas. :P
JAQUE: O ator q faz o Hulk verde tem diastema e o que faz ele normal não tem. Isso sempre me intrigou. E o caso de escovar os dentes, é uma influência da Marie LaSalle, di livro High Fidelity do Hornby. Recomendo. Eu não me vingo, eu só deixo os sentimentos fluírem. :)
AKEMI: Qer saber bem a verdade? Os caras que eu mais gostei na vida, não tinham o estereótipo de beleza padrão. Repito: Os que eu mais fui apaixonada, gostava e sofri por eles. Logo, qdo um cara é bonito demais, eu já sei q é uma relação fadada ao fracaso. É feeling. E olha, eu não sou fria não. Hoje em dia eu aprendi que ser fria traz bem menos prazeres (ui!) na vida do que deixar o sangue ferver (/Sidney Magal) e fazer a hora (/Geraldo Vandré). Hoje eu tô poética, não liga!
IAIA: Piadas internas são sempre bem-vindas.
KAH: Guria, eu do jeito q sou esquentada, tinha levantado e mudado de lugar (sou esquentada e não barraqueira, beijos). Pra dançar direito tem q saber os "pontos" de dança e não pegar em ninguém, poxa! Amadora esta aí. E eu acharia espetacular te ver dançando El Arbi com 8 aninhos. beijosmandavídeoepõenoyoutubil.
ANDRÉ: Ah, "sensacional" é um adjetivo digno, eu diria. No mais, prefiro a versão em que vc cospe no chão e tal, ficou mais condizente. Conte pra nós a historinha da dança do ventre, fio! E sim! Nós recebemos histórias de doidAs também. Mande no drabridgetjones@gmail.com e se sua história for publicada, vc ganha um salgadinho Fofura sabor queijo, e uma foto do Russel Crowe fantasiado de Eddie Vedder.
ALICE: Sim, eu tinha pulado (ui!) vc, fia! Acontece, já que a idade está chegando e eu já não tenho mais aquela memória de outrora que, como diria o poeta: "Os anos não trazem mais."
Vc está em casa. Fato consumado.
Mas agora eu vou cobrar todos os dias e todas as noites o caso que vc citou. Quero, quero, quero. Quem mandou prometer doce pra criança mimada?
Gostei do "viciada em atenção exclusiva" .
VANILLA: Eufemismo, a gente vê por aqui! :-) E eu sou a rainha do Eufemismo.
É,sabendo da maldade, não sei quem foi pior: o doido, ou a amiga! Já aconteceu comigo também. Aliás, eu desconfio que, quase todo mundo tem uma história de uma amiga da onça pra contar!Enfim...
Tem coisas na vida que a gente tem que fazer mesmo.Não tem preço a cara de paspalho de quem é pego de surpresa por uma situação dessas.AInda mais merecendo tanto , né? Eu visualisei a cara do doido encantado, quando vc largou ele de "espada" na mão, literalmente! O mundo é dos que tem coragem!É isso aí! Beijos
Todo mundo tem um pouco de ciúmes. Algumas pessoas sabem controlar e lidar com ele, outras não. Perdem o controle e acabam afetando o relacionamento com o ciúme excessivo.
;)
JOSE ANTONIO: Eu já passei por isso mais de uma vez. E nem é pq eu sou ingênua, não. Acho que a gente tem q passar por isso mesmo. Talvez para ficar mais forte, talvez pq haja uma roleta no além q sorteia os premiados com esse tipo de amigas... Vai saber né?
RAFHITCH: Eu aprendi a lidar com meu ciúme. Mas devo admitir q qdo ele me incomoda, a relação toda se perde. É dificil incomodar, pois, como eu disse, eu aprendi a lidar com ele. Mas qdo acontece, nem adianta insistir. Eu jogo a toalha mesmo. Sem ao menos discutir.
Hey Brid!
Acho o máximo quem pega pra aprender uma coisa só pra provar que consegue, mesmo não gostando muito. O máximo que já fiz nessa linha foi jogar futiba (que odeio), de goleiro. Quebrei alguns tornozelos alheios no processo, mas aprendi. E, depois de tanta insistência preu aprender, nunca mais me deixaram jogar. Esse povo que não se decide XD
Agora achei paintball pra desestressar e liberar a raiva e sede de vingança super digno! Também recomendo Handball e Artes Marciais. Handball, porque se o oponente passar da linha de 9 metros, você pode baixar a porrada nele a vontade. E Artes marciais, porque você sempre pode usar o doido da vez como saco de pancada pra praticar XD.
vce escreve tao beeem *-*
adorei o texto!
Vou ver o filme do Clint Eastwood quando der, então. Se eu ficar empolgado e sair por aí duelando com desconhecidos, a culpa será toda de vocês. Ou seja, no mínimo terão que me arranjar uma RAMEIRA com quem eu possa fazer... relações-prazerosas-sem-fins-produtivos (ta certo?) em visitas conjugais na prisão.
Ah, e a história da doida envolve muito pouco ou quase nada de sexo, então não sei se contempla o PLOT do blog. Ainda assim, se estiver de acordo, eu mando - vai ser legal ver vocês detonando a moça.
Meeeu Deeeeeus!
Mandou muuuito bem!
pqp(ops!)!
Vc é ótima, Brid!
BeijO
2 Pontos que gostaria de ressaltar sobre o texto.
1. Não sabia que você era ciumenta. É uma surpresa pra mim saber disso. =p
2. Você aprendeu a dança pra mostrar que ele poderia babar por você tb e isso no caminho virou uma vingança por ele ser um menino mau?
Parabéns pelo texto! ;)
bjs!
ATILAS: Juro que eu demorei pra sacar o que era "futiba". Pensei q era algum jogo novo q tb exigia goleiro e tal. Depois disso, ri que nem boba! E eu não sou muito adepta de artes marciais. Exigem disciplina demais e disciplinada é algo que eu não sou.
RAFAACRISPIM: Oh, que querida! Muito obrigada!
ANDRE: O filme é legal, pode ver sem medo. É um "crássico" do cancioneiro popular de Western. Depois eu quero ver uma crítica dele lá no Cataclisma. E pode falar que eu indiquei (uêba!). Agora me conta: "rameira"? Nos filmes de Western que eu assisto, elas são chamadas de "taberneiras". Mas enfim, o glossário popular é vasto! E quanto a sua história, não tem necessidade de ter "séquiço" no meio dela (ui!). A gente fala de padrões comportamentais no geral, então, pode mandar sem medo de ser feliz!
RAH: Ai, imagina! Bondade sua! Eu sou é ruim mesmo! Mas ruim no bom sentido! :)
RONALDO: 1) É uma surpresa para todos saber que sou ciumenta, pois eu acho que nunca deixei isso explicito nos textos. Acho que nem pra mim eu admito!
2) Não foi nada planejado, viu? Mas qdo eu vi que tinha tudo nas mãos, não pude deixar passar. Sou destas.
Brid, amei o diagnóstico, rss.
Deixá-lo babando e mais algumas cositas é o máximo, principalmente qdo ele foi muito mau.
Acho digno paintball para aliviar a tensão, nada melhor do que ficar jogando tinta nos outros, hahaha, a minha prática para aliviar a tensão era boxe, nada melhor do que bater nos outros, né?? Mas quem sabe eu ainda aprenda dança do ventre, hmmmmm, acho que não....
Brid e Lee: saudadonas de vcs!!!!
:*
"Mas todo mundo já fez alguma coisa que não tivesse nada a ver com a gente, por algum motivo maluco e sem explicação razoável, né?"
HEAEHAHAEHEAHAEHEAHAEEH
sim! todo mundo já fez!! (tendo flashbacks)
hhahahahaha!
Acho que esses foi um dos mais engraçados!!
Fala sério! A doida aqui era vc,vai?
Se ele era tao mal quanto vc diz, merecia um pé na bunda desde o início. Mas sua vingancinha foi muuuuito melhor!
beijos
Tenho histórias engraçadas relacionadas a dança do ventre. Uma delas foi que um peguetinho sabia que uma das minhas melhores amigas fazia, e tentou me convencer a entrar na aula. Mas pra não soar muito tarado (afinal nem tínhamos relações-prazerosas-sem-fins-reprodutivos), ele disse que era pro meu "bem estar físico", afinal "dançar também faz bem pro corpo". Esqueci de mencionar que o cidadão estudava Ed. Física. Pois bem, se era pra ser saudável, resolvi me mexer. Matriculei no kick boxing e ele sumiu.
O outro foi com um ex namorado, fomos a um restaurante e lá também tinha uma moçoila em roupas reduzidas rebolante ao som de música árabe. O pobrezinho tentou ser discreto. Quando eu vi que ele estava todo aflito entre não me desagradar e não perder a visão da bunda que se esfregava na cara dele, eu dei a permissão: "olhar pode. Se babar, apanha". E ele respondeu com um risinho amarelo, hehehe.
Brid queridíssima, desculpe por ontem no gtalk. Eu estava revendo uns slides da apresentação da minha orientada (sim, agora sou orientadora de aluninhos! Amo!). preciso entrar pra te atualizar dos acontecimentos. Arrumarei tempo, me aguarde.
Beijinhos e saudades.
q bosta
Doce vingança com dança (até rimou). Gostei mesmo, e só para constar ele era mau mesmo!
LUIZ: Ai, seria tão de bom tom vc nos contar o que vc ja fez que não tivesse nada a ver com vc! Conta, conta, conta! (Ou então faça um post sobre iso que a gente divulga aqui). Ficadica!
DRA BENNET: Ai que saudades de vc, menina! Então, o Paintball é regulador de humor, assim como o Boxe era pra vc. E tb é tão feminino quanto. Esses dias eu até vi um saco de areia na Internet e pensei em comprar, mas definitivamente eu fico melhor dando uma (ui!) de Lara Croft.
ERICA: Eu não sei dar pé na bunda. Terminar é um processo dificilimo para mim. Eu sempre vou levando até onde der, ou então apronto uma destas. Assim, o moço tem motivos pra nunca mais olhar na minha cara. Hj em dia, essa coisa de vendetta passou, mas o metodo é o mesmo. Ah, se Jung fosse vivo, viu?
SISA: Kick Boxing é tudo de maravilhoso, sabe? Tem um tal de Boxe tailandês também q dizem ser bom pra tonificar. A Lee que manja de "tonificar", depois pergunta pra ela. E eu não tenho essa evolução, amiga! "Olhar pode!" - até poderia. Mas enfim, sou ciumentinha! Insegurança, carência de atenção exclusiva, amor demais, eu sei lá o que é! Explicar pra quê? Acho q eu sou é brava mesmo. E qto ao Gtalk, não encana! O importante é que vc veio!
ERNANE: Verdade. A propósito, adorei a eloqüencia do seu comment :-P
DIANE LORDE: Poética! Olha, eu vou te dizer: descobri coisas mais tarde q só me fizeram acreditar que o ser humano é muito mais mau do que deus gostaria viu?
Brid...
Bom, posso até relatar meu momento de insanidade temporária, mas adianto logo que não contém "relações-prazerosas-sem-fins-reprodutivos sazonais"... HAEHEHEAHAEHEAHEA
Meninas, primeiro quero me desculpar pela ausência do blog, mas vamos ao post. EI-RI-MUITO-ALTO! Fez muito bem. Se todas as mulheres tratassem seus doidos dessa forma eles iam parar de olhar as gurias-do-vizinho e iam prestar mais atenção no que tem em casa xD
Muito bom - e muito útil tbm :D
LUIZ: Mas o nosso blog não fala só de relações-prazerosas-sem-fins-reprodutivos. a gente fala de comportamento humano em geral. E tem coisa mais deliciosa neste mundo do que rir com as doidêras do comportamento humano? Tem: relações-prazerosas-sem-fins-reprodutivos. Rá!
MICHELLE: Ah, eu não sou um exemplo a ser seguido, amigüe. Com certeza, não sou. E sentimos sua falta, viu? Não suma!
Ai, acho que finalmente vou conseguir comentar seu post!
Eu ia dizer apenas:
"q incrível"
Mas vou falar mais algumas coisinhas.
Ciúme. Bom, não sou como você, mas eu tenho minhas crises, sim. E sei que não é nada agradável ver "nosso hómi" babando por outra. Então, né? Sou super a favor de dar lições neles (/momentomenininha).
Dança do ventre. Admirei vc, Brid! Não é todo mundo que consegue virar as moedinhas com sua maestria. E, sim, admirei sua devoção e seu empenho também. Ainda que fosse para realizar o desejo do outro que era seu tb. :D
Enfim, achar o cara mais bonito do que a gente é um incômodo de que a gente não precisa, né? Então passamos o lindão pra frente e chamamos o próximo homem normal da fila. Tudo muito prático e indolor.
Besito!
P.S.: sorry pela demora. Estas últimas semanas não têm sido fácil, não.
Olha, que mal tem ciúme? Acho digno. O que é nosso é nosso, oras.
E olha, parabéns, mas eu jamé viraria moedinhas por ninguém.
Tipos que eu parei de beber, mas virar moedinhas não dá.
Ahhh,Jung não!!
Não gosto das abordagens que aceitam o inconsciente como entidade primordial!
Vamos viver no aqui e agora...
hehehehe
Talquepariu! Todo esse esforço para o doido está de casinho com a sua amiga? Ninguém merece!
Melhor que esse tratamento aplicado só se vc dançasse com o facão e no final cortasse o pinto dele! rsrsrs
LEE: Vc sabe o poder do meu ciume, amiga! acho que só vc sabe, na verdade! E eu sou destas.
No mais, acho que vc lembra mais ou menos desta fase e se não fosse vc, acho q eu não teria aguentado a barra tão bem. É o que eu sempre digo: Amigas passam, elas vêm e vão. Mas irmãs, destas que a gente escolhe entre os cerezumandos, ficam. E vc ficou, por todos estes anos, sendo a minha irmã. Minha irmã escohida!
Agora, chega de chororô, q eu tô no meio de uma Midlife Crisis e vc tá sabendo, né?
Mas olha, "ninguém diz"!
FABYANNY: Acho ciumes muito digno também. E eu sou hiper zoada por todo mundo por causa deste meu "traço" tão peculiar. Eu não demosntro nunca, mas sou um poço de ciúme!
ERICA: Sabia que eu tb não simpatizo muito com essa coisa de Inconsciente Coletivo? Mas acho a verve sadomasô do Jung tão sexy!
MULHERZINHA, SIM!: Gente, foi a melhor dica de todas ever. Nem pensei nisso, pq neste dia, eu tava sem a tal da espada. Tinha levado mesmo só as moedinhas e a minha ira!
Eu tinha uma fórmula para lidar com ciúmes: basicamente, abordava o assunto de forma direta com a PATROA, concedendo ao galanteador um apelido pejorativo e buscando desqualificá-lo de todas as maneiras possíveis, ainda que de forma divertida e "saudável". Por exemplo:
"Ô lindona, olha só, quem é aquele GEORGE O REI DA FLORESTA que te deixou recado no Orkut? Porque o PRIMATA tá claramente dando em cima de ti, e o que me incomoda não é apenas o ciúme, mas também a possibilidade de ter que cruzar a selva com um CACHO DE BANANAS a tiracolo pra te resgatar de uma família de ORANGOTANGOS!"
Não sei se isso realmente fazia bem para o relacionamento. Mas eu me divertia.
Você também sabe ser má, parabéns. Ele mereceu.
'As relações-prazerosas-sem-fins-reprodutivos...'
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!
Pqp que texto daora...
The Oscar goes to...
You, you and you, darling!
Parabéns ;*
ANDRE: Sua patroa deveria achar isso muito engraçado, né? E me diga uma coisa: Como assim "os caras deixavam bem claro que estavam dando em cima"? Neste caso, tem razão de sentir ciúme. Homem meu não fica recebendo scrap de fulaninha nenhuma! Foi por isso q eu acabei com o Orku do Demo na minha vida e hj sou salva pelo sangue do Senhor. Ficadica!
BRENO: Ah, sei, fio! Mas neste caso, nem foi maldade. Foi justiça.
DAYNE: Ah, queria agradecer a todos os que me apoiaram até aqui, ao De Niro q sempre acreditou em mim, ao Pacino que esteve ao meu lado nos momentos difíceis e ao meu marido Keanu Reeves (momento de epifania - pensando no meu discurso de agradecimento)
Adorei, adorei, adorei! E estou seguindo vocês.
Uaahah vc é vingativa, tipo eu. Talvez seja porque como os caras não atendem às nossas expectativas, que projetamos de alguma forma, nós perdemos o interesse e a credibilidade e queremos contra-atacar de algum jeito... Ainda que sobrem resquícios desse amor fracassado na mente, mas por outro lado muita inspiração e história para contar, nós ficamos receosas só em pensar de ter alguma relaçao com esses caras novamente.
Também tenho um blog - que está meio parado pelo excesso de trabalho - mas se quiser visitar... beijos
MAYA: Olha, amigüe...vingativa eu nem sou tanto, sabe? Mas sou ciumenta que nem o cão (pode chamar de insegurança - eu chamo de "vício em atenção exclusiva", beijos). Só que o meu ciúme gera uma raivinha e acaba com meu tesão! Juro. Tem gente que chama de "rancor". Eu (e Jung) camamos de "Inconsciente Coletivo" que bloqueia a libido qdo provocado.
Ai, viajei total. Adoro! :-)
Aaaaaah! Meninas...
Quando vai ter uma proxima doideira???
Estão muito sumidas!
Beijos!
Brid, eu ameeeei a vingança. Eu sou um poouco ciumenta, mas eu sou mega vingativa. Eu sei que isso não é um sentimento bonito pra mocinhas como eu, mas é mais bonito admitir. Não tive tempo de ler os comentários e as respotas, então será que vc poderia nos contar como foi a reação dele??? Você me levou ao clímax e na hora de do grand finale, me deixou chupando o dedo. E aí??? Como foi a cara dele? O que ele disse? Vc terminou: Ele correu atrás???? Essa é a melhor parte. Fico esperando. Beijo!
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