CASO CLINICO: Homem, caucasiano, olhos e cabelos castanhos claros. Na época, estudante de Engenharia civil na conceituada Politécnica. Eu o conheci numa destas festcheenhas entre faculdades e começamos a namorar. Namorar mesmo, sem espaço para prévias, já que tínhamos muitas afinidades. Uma delas era o bom-humor. Ele me divertia. Acreditem, me divertir não é uma tarefa fácil.
A forma como nos dávamos bem era de fato algo inédito. Existia, obviamente uma barreira que nos separava. Ele era um garoto de exatas. Eu era uma menina das letras. Ele, extremamente metódico, eu, completamente caótica. O fato dele ser genial com cálculos não fazia dele uma pessoa distante, pelo contrário, ele era destes que adorava coisas novas (ui!). Eu admito aqui, nunca fui boa com números e nunca me meti (ui!) a ser. Mas nesta época, o roteiro “Eduardo e Mônica” (escola/cinema/clube/televisão) era seguido a risca por mim e por meuzamigo de faculdade/copo.
Eu comia, bebia e respirava cinema e literatura e percebi que ele também começou a curtir essa parte dos filmes. Assistia a clássicos, acompanhava os lançamentos comigo, até que comecei a sentir um certo ciúme por meu hobby pessoal e uma certa raiva pelo pedantismo da criatura ao falar tão eloqüentemente de Truffaut. “Eu criei um monstro!”, já diria Doutor Frankenstein, em algum filme/livro. Terror não é o meu forte.
Mas vamos ao que interessa: Gostar do que eu gosto e tentar acompanhar meus passatempos? Ok! Saber mais do que eu, devido a uma capacidade de armazenamento de informações mais aguçado que o meu? Ok! Ser pedante na frente dos meus amigos e ficar me corrigindo de forma mal educada? Fail! Não tem característica que eu ache mais nojenta do que o pedantismo. Seja em homem, mulher, criança ou qualquer outro ser vivo. Eu até acho que alguns animais e objetos são pedantes (não vou me alongar nesta teoria, pois estou lúcida, beijos). O problema é que eu simplesmente já andava enojada demais do rapazinho e sua síndrome de Sadóvski., mas não sou lá muito boa com términos, vocês sabem. Deu-se que:
FADE IN: (mesa do bar “O Rei das Batidas”. Nove pessoas, entre elas Tito, também conhecido como “Marcelo Janot disfarçado de Caco, o sapo”, Brid e “Doido Pedante”. Falam sobre amenidades cinematográficas sem nenhuma importância para a academia, quiçá para vida. Bridget versa sobre o papel do filme “Labirinto” em sua personalidade, enquanto Tito “Janot” como sempre falava de como os Muppets tinham formulado sua identidade sexual. Não havia então, brecha nenhuma para citar “Babenco”, o Hector. Ne-nhu-ma.)
DOIDO PEDANTE: E tem também aquele filme do Babenco... não lembro o nome!
JANOT: Babenco? (faz cara de incrédulo)
DOIDO PEDANTE: É.
(neste momento a mesa toda se entreolha. Tito “Janot” pensa, morde o lábio, como se tentasse lembrar de algo do Babenco difícil de ser lembrado, como “Brincando nos Campos do Senhor” ou coisa que o valha. Por fim, nada é citado. Câmera corta para o rosto de Doido Pedante.)
DOIDO PEDANTE: “Quem matou Quixote?”! Isso!
(Todos olham para Bridget, que neste momento tem uma epifania. A câmera focaliza apenas os olhos, que se fecham.) FADE OUT
DIAGNÓSTICO: Pedantismus Exacerbaduum (PE), Síndrome de Sadóvski (SS) e Necessidade de Aceitação em Grupos. Dispensa qualquer tipo de explicações mais detalhadas, não?
TRATAMENTO EFETUADO: Devo dizer que tive uma certa sensação orgasmática ao anunciar mais tarde, a sós, que quem havia matado Quixote, na verdade tinha sido Cervantes, o Miguel. E havia sido uma morte limpa, digna e não “pixotesca”. No mesmo dia, ele corrigiu-me numa complicada continha de adição que eu fiz de cabeça, comprando picolés no Ibirapuera. Foi a gota d’água. Eu não ia bancar o Sancho Panza eternamente e continuar aceitando as loucuras pedantes daquele doido. Fui madura e bastante adulta. Tomei coragem e arranjei um bom motivo para ele terminar comigo (não sou boa com términos, vocês sabem).
Eu não sou a pessoa mais inteligente do mundo. Mas o que sei, sei de verdade. Não exijo memória enciclopédica de ninguém, mesmo porque eu sou a única pessoa do mundo que confunde “Platoon” com “Papillon”, “Egon” com “Trevor” (Caça-Fantasmas) e daí por diante. Mas eu me divirto com minha inépcia e tenho tendêcias a achar a inépcia do “doido da vez” igualmente divertida. E no dia em que eu percebo que a inépcia alheia ao invés de me divertir, me irrita, é sinal de que algo não vai bem. E quando acaba a diversão, acaba tudo. Namoro tem de ser divertido! É gostar de resolver pendências antes delas virarem problemas. Problemas, eu já tenho tantos...
Hoje não tem “Para ler ouvindo”. Vou deixar o “Fade In – Fade Out” com vocês. O meu é o primeiro beijo de um casal qualquer, num fim de tarde. Ar livre e chuva torrencial. A minha trilha sonora? Vamos de “Every time We say goodbye” de Ella Fitzgerald. Não, não estou romântica, como diria a Lee. Estou inspirada.
N.A.: Lembrando que “Quem matou Pixote?” não é um filme do Babenco. Babenco fez um outro filme, alguns anos antes chamado “Pixote – a Lei do mais fraco”, mas isso, nem eu lembrei no dia. Foi o Sadóvski, digo...o Tito, que me lembrou, dias atrás, antes de eu escrever este post, beijos!
A forma como nos dávamos bem era de fato algo inédito. Existia, obviamente uma barreira que nos separava. Ele era um garoto de exatas. Eu era uma menina das letras. Ele, extremamente metódico, eu, completamente caótica. O fato dele ser genial com cálculos não fazia dele uma pessoa distante, pelo contrário, ele era destes que adorava coisas novas (ui!). Eu admito aqui, nunca fui boa com números e nunca me meti (ui!) a ser. Mas nesta época, o roteiro “Eduardo e Mônica” (escola/cinema/clube/televisão) era seguido a risca por mim e por meuzamigo de faculdade/copo.
Eu comia, bebia e respirava cinema e literatura e percebi que ele também começou a curtir essa parte dos filmes. Assistia a clássicos, acompanhava os lançamentos comigo, até que comecei a sentir um certo ciúme por meu hobby pessoal e uma certa raiva pelo pedantismo da criatura ao falar tão eloqüentemente de Truffaut. “Eu criei um monstro!”, já diria Doutor Frankenstein, em algum filme/livro. Terror não é o meu forte.
Mas vamos ao que interessa: Gostar do que eu gosto e tentar acompanhar meus passatempos? Ok! Saber mais do que eu, devido a uma capacidade de armazenamento de informações mais aguçado que o meu? Ok! Ser pedante na frente dos meus amigos e ficar me corrigindo de forma mal educada? Fail! Não tem característica que eu ache mais nojenta do que o pedantismo. Seja em homem, mulher, criança ou qualquer outro ser vivo. Eu até acho que alguns animais e objetos são pedantes (não vou me alongar nesta teoria, pois estou lúcida, beijos). O problema é que eu simplesmente já andava enojada demais do rapazinho e sua síndrome de Sadóvski., mas não sou lá muito boa com términos, vocês sabem. Deu-se que:
FADE IN: (mesa do bar “O Rei das Batidas”. Nove pessoas, entre elas Tito, também conhecido como “Marcelo Janot disfarçado de Caco, o sapo”, Brid e “Doido Pedante”. Falam sobre amenidades cinematográficas sem nenhuma importância para a academia, quiçá para vida. Bridget versa sobre o papel do filme “Labirinto” em sua personalidade, enquanto Tito “Janot” como sempre falava de como os Muppets tinham formulado sua identidade sexual. Não havia então, brecha nenhuma para citar “Babenco”, o Hector. Ne-nhu-ma.)
DOIDO PEDANTE: E tem também aquele filme do Babenco... não lembro o nome!
JANOT: Babenco? (faz cara de incrédulo)
DOIDO PEDANTE: É.
(neste momento a mesa toda se entreolha. Tito “Janot” pensa, morde o lábio, como se tentasse lembrar de algo do Babenco difícil de ser lembrado, como “Brincando nos Campos do Senhor” ou coisa que o valha. Por fim, nada é citado. Câmera corta para o rosto de Doido Pedante.)
DOIDO PEDANTE: “Quem matou Quixote?”! Isso!
(Todos olham para Bridget, que neste momento tem uma epifania. A câmera focaliza apenas os olhos, que se fecham.) FADE OUT
DIAGNÓSTICO: Pedantismus Exacerbaduum (PE), Síndrome de Sadóvski (SS) e Necessidade de Aceitação em Grupos. Dispensa qualquer tipo de explicações mais detalhadas, não?
TRATAMENTO EFETUADO: Devo dizer que tive uma certa sensação orgasmática ao anunciar mais tarde, a sós, que quem havia matado Quixote, na verdade tinha sido Cervantes, o Miguel. E havia sido uma morte limpa, digna e não “pixotesca”. No mesmo dia, ele corrigiu-me numa complicada continha de adição que eu fiz de cabeça, comprando picolés no Ibirapuera. Foi a gota d’água. Eu não ia bancar o Sancho Panza eternamente e continuar aceitando as loucuras pedantes daquele doido. Fui madura e bastante adulta. Tomei coragem e arranjei um bom motivo para ele terminar comigo (não sou boa com términos, vocês sabem).
Eu não sou a pessoa mais inteligente do mundo. Mas o que sei, sei de verdade. Não exijo memória enciclopédica de ninguém, mesmo porque eu sou a única pessoa do mundo que confunde “Platoon” com “Papillon”, “Egon” com “Trevor” (Caça-Fantasmas) e daí por diante. Mas eu me divirto com minha inépcia e tenho tendêcias a achar a inépcia do “doido da vez” igualmente divertida. E no dia em que eu percebo que a inépcia alheia ao invés de me divertir, me irrita, é sinal de que algo não vai bem. E quando acaba a diversão, acaba tudo. Namoro tem de ser divertido! É gostar de resolver pendências antes delas virarem problemas. Problemas, eu já tenho tantos...
Hoje não tem “Para ler ouvindo”. Vou deixar o “Fade In – Fade Out” com vocês. O meu é o primeiro beijo de um casal qualquer, num fim de tarde. Ar livre e chuva torrencial. A minha trilha sonora? Vamos de “Every time We say goodbye” de Ella Fitzgerald. Não, não estou romântica, como diria a Lee. Estou inspirada.
N.A.: Lembrando que “Quem matou Pixote?” não é um filme do Babenco. Babenco fez um outro filme, alguns anos antes chamado “Pixote – a Lei do mais fraco”, mas isso, nem eu lembrei no dia. Foi o Sadóvski, digo...o Tito, que me lembrou, dias atrás, antes de eu escrever este post, beijos!
38 psicanalistas diagnosticaram:
Antes de mais nada, errar o nome do Egon é passível de cadeia. Mas ok.
Acho que todos nós (homens e mulheres, bem entendidos) temos um lado pedante - aquele esquema do "manjo disso mais que você". O problema é que poucas pessoas conseguem controlá-lo; a maioria, ao invés de usar isso para ensinar o assunto às outras pessoas, usa para mostrar que é fodão.
Normalmente, é o que tento fazer. Mas não vou negar que já fui pedante. E, às vezes, de forma proposital. Uma vez, século passado, eu no bar da faculdade, conversando sobre cinema com alguns amigos.
Obviamente, logo o papo caiu em Chefão - porque, quando se fala sobre cinema, Chefão é como o Rio Amazonas. Todos os outros assuntos vão desembocar ali, mais cedo ou mais tarde.
Enfim, uma hora caiu a pergunta "você já assistiu O Poderoso Chefão?", na direção de uma menina. Ela parou, olhou para o alto, pensando, e devolveu:
– Não sei. Não lembro. Qual é a história?
Isso, vale dizer, numa faculdade de COMUNICAÇÃO, e não de veterinária (se bem que o filme deveria ser visto também na faculdade de veterinária, por causa da cena da cabeça do cavalo).
A única coisa que eu consegui responder foi:
– Deixa. Não era importante mesmo. Você não ia gostar.
Fui embora dez minutos depois.
Brid,
boa resposta, a sós, matou a cobra e mostrou o pau.
O pedantismo é inerente ao ser humano, mas também devemos combatê-lo sempre que percebido. Caso não consigamos nos controlar é sempre bom "receber um cascudo" para nos situarmos.
Essa de pedantismo é bem comum em todo mundo. A maioria das pessoas usa isso pra mostrar que sabe mais, o que eu odeio. Confesso que sou distraída ao ponto de nunca notar meus erros qndo não são intencionais então já devo ter sido pedante sem perceber muitas vezes, mas acho que nós temos que ensinar aos outros e não ficarmos achando que sabemos mais.
Ótimo post. Espero que dê pra situar muita gente :D
Primeiro, sou burra - oi? - e não sei oq é uma pessoa pedante. Sérião. Talvez eu até conviva com uma e não saiba nomear, acho que vou procurar no Google pra me situar. Mas lembrei de uma coisa. Já estressei com um cara que ficava me mostrando os acentos q eu esquecia qdo escrevia no blog.
o_O
eu sempre soube onde eram e onde são os acentos - quer dizer, ando confusa depois da reforma ortográfica. mas o blog é meu e eu escrevo como quiser. ié ié ié... ♫♫♫
(juro que eu li "doido peidante"... uhauhauahuahuha!!!)
De todos os tipo de pessoas, o que eu menos gosto é o pseudointelectual. Sério, me tira do sério...! Aqueles(as) caras que tem meia dúzia de citações decoradas, as quais usa a qq hora e contexto, e ainda terminam com aquele ar de superior como se fosse um grande pensador... rs...
Acho que a gente até tem licensa poética pra ser pedante às vezes, é bom mostrar o quanto se sabe sobre alguma coisa... mas tem hora, lugar, contexto... (aí nem é ser pedante né?! rs...)
Beijoks... agora que estou seguindo as doutoras no Twitter voltarei a comentar sempre!!!
By the way....
Faço a menor idéia de quem seja Egon...
xiiii...
Juro que eu li "doido peidante"[2]
Geralmente os pedantes são semi-ignorantes. Só sabem o suficiente para eventualmente queimar o próprio filme. Mesmo porque os sábios de verdade seguem o que diz aquele ex-camisa 8 do Corinthians e irmão do Raí: "Só sei que nada sei."
"Platoon" não é aquele filme que a turma do asilo descobre uma piscina com poderes rejuvenescedores e juntos vivem altas aventuras e confusões?? Eu via na Sessão da Tarde!
ODEIO gente arrogante que gosta de mostrar aos outros que se considerar mais esperto.
No caso, eu também amo filmes (já até trabalhei em locadora por pura diversão e depois acabei gostando do dinheiro, off course) e considero minha sabedoria um pouco (nem tanto!) acima das pessoas normais.
Mas obviamente, eu nunca meto filmes pouco (ou nada) vistos por pessoas da minha idade no meio de uma conversa sobre "lançamentos" ou seja lá o que for só para mostrar que eu sei mais.
E daí que eu sei? Talvez a pessoa saiba de assuntos tão interessantes quanto os que eu sei e nem por isso fica jogando na minha cara.
Me poupe, néé?!
Intróito: Engraçado que venho de um blog onde arrasam com Engenheiros Civis por seu pedantismo.
Amiga, gostei demais da análise sobre o acontecimento com o doido tipo roteiro de cinema rsrsrs. Mas já percebeu que todo pedante é burro? Por que o gajo foi matar Pixote? Realmente ele morreu, mas não Pixote, e sim, o ator. Papillon com Platoon e eu com dor nas bochechas de tanto rir... graças a Deus ainda não me calhou um desses, eu seria bem menos educada, não tenho paciência, Bri rsrsrsrs.
Beijinhos
ROB GORDON: Eu sei. Pessoas bem próximas já tiveram que me corrigir no caso "Egon" e desde então eu não confundo mais. Nem o Egon, nem a Janine, que eu confundia com a April das Tartarugas Ninja.
Eu concordo com vc qdo diz que as vezes a gente gosta de mostrar q sabe mais de algo q sabe mais mesmo. O que não era o caso do meu doido.
Agora, combinemos: Não saber "do que se trata" o poderoso chefão numa faculdade de Cominicação é de sentar e chorar, fio! Ce sentou? Ce chorou? Eu chorava. Juro.
Foi embora em 10 minutos? Aguentou bastante... Admiro.
GUSTAVO: Eu faço isso. Dou uns cascudos nas pessoas pedantes pq eu sou humilde, né? (irônica)
MUCHELLE: Eu tb sou destas que nem percebe qdo está dizendo "inépcias". Vai entender, né? Quem nos ama, nos ama assim! Legal que tu tenha curtido, gata!
INTENSE: Ah pedante é aquela pessoa que se gaba de saber as coisas e humilha as outras com o que sabe (ou finge saber). Não sei se sou boa de definições, whatever. E tu tá certa...acentua (opa!) o que vc quiser. Ele q vá dar aula de português e corrigir ditado!
RE F: Gente, mas que saudade de vc, menina! `seudo intelectuais são uma tristeza mesmo. Não sei o q me irrita mais, sabe? Mas a vida é assim, né? O q nos resta é tentar não dar ibope pra gente assim. Estou muito feliz q tenha voltado a comentar. Sempre adorei teus comments!
Querida, tem selinho pra você no blog!
Ai, pára! Tipinhos como esse merecem muito ser colocados em seus medíocres lugares. Broxay!
Adorei esse blog, vou seguí-lo por aqui e pelo twitter também!
Beijos,
Anita.
Pixote é Babenco...Errar assim; é melhor nem falar.
Tem certeza que o suposto matemático era fluente? - Rsrsrsrs.
Eu sou mto simples. Mas, comer sardinha e arrotar caviar...Foda.
Bjs
Como disse alguém aí em cima, pedantismo faz parte do cerumano, né?
mas como eu tenho mania de pegar criança para criar, geralmente eu que ensinava as criaturas né? provavelmente a pedante devia ser eu...
mas pensando bem, sou muito lerda e desligada pra ser pedante...
ultiamente tennho tendência a gostar de nerds, eu de humana e eles de exatas, mas nos damos bem, nos ensinamos mutuamente.
o único que teria tendência adoido pedante é muito bem-humorado par tal, e aí caba se controlando...ou eu contrlo ele rindo da cara dele, não sei bem ..
hj estou confusa. o dentista me fez usar listerine por 2 minutos 2 vezes.
bjs
Esse teve o DOM "PIXOTE"!!!rsrsrs...
De vez enquando eu solto umas dessas também ou até piores,não por me fazer de entendida,por distração,mas disfarço,me calo,depois fico rindo de mim e da oportunidade que perdi de ficar calada!!!
Eu sempre esqueço nome de filmes,diretores,atores e etc,lembro e guardo bem cenas,trilhas sonoras e diálogos,vou direto ao cinema,leio artigos,alugo dvds,esporadicamente leio revistas sobre,assisto bastante,apenas pq gosto,mas sempre esqueço essas coisas,e o pior que tenho uma puta memoria pra outras!Já aconteceu duas vezes de me chamarem pra ver Almodovar(que é um dos que eu acabei me identificando mais,"no momento")e falaram o nome do filme,daí quando começou Volver e Fale com ela,eu falei putz já assisti esse filme,ainda contei o final rsrs,daí me falaram porra vc assiste e não lembra o nome do filme do Almodovar hehehe(pois é)o mesmo já aconteceu com filme de Kubrick,Woody Allen(que por sinal,achei meia boca o último filme dele).
Eu gosto mesmo é de filme,dos mais trash aos chamados cult.
Não me prendo a nomes,não entendo de cinema,com o tempo comecei identificar alguns,assistindo sem saber quem fez,por suas peculiaridades,são esses detalhes que me fazem enxergar que gosto mais do trabalho de certo diretor,não propriamente pelos filmes em si,pq gosto apenas de uns 2 à 5 filmes de cada diretor desses famosos.
Hj em dia falar de cinema parece que virou moda!Não por prazer,fanatismo e etc,pra chamar a atenção e transparecer intelectualidade,desse jeito fica mesmo desagradavél,a gente logo nota quem fala por gosto,admiração e que tenha algum conhecimento plausivel sobre a 7° arte,daí sim eu gosto de ler e ouvir.
Cresci assistindo Chaplin na escola religiosamente toda sexta -feira rs,depois li a biografia achei a historia desse cara mui digna!
Isso quando escola ainda era escola e nós eramos obrigados a ler livros,gibis,assistir filmes,tocar flauta daquelas de plástico tabajara e cantar o hino todo santo dia e Toquinho(como eu odeio aquela música aquarela de tanto que tive que cantar),acho que deveriam adotar novamente essa prática em aulas de ed.artistica desde a primeira série,algo voltado ao teatro,cinema e música.
Cinema é um armazem de informações,filme é um livro de História em forma de video,guarda tanto conteúdo importante a ser absorvido.
Quando falam em clássico além de chaplin,eu lembro do filme A Coisa e o filme que o mostro falava Buguedi rs,ninguem lembra o nome desse filme!trash...
Eu assitia outros que eram bons de verdade,que classifico como os meus clássicos pq pra mim são estes que me trazem alguma lembrança de algo que vivi,o resto chamo de classico apenas pelo genero,assisto por curiosidade histórica,conhecimento,pra saber o pensamento que as pessoas tinham,conhecer atores,figurino que usavam e curiosidades da época em que ele foi feito.Enfim...
Pedante é ruim,mas tb tenho pavor dessas discuções de eu sei tudo e domino todos os assuntos,esses que passam a gostar do que vc gosta pra tentar provocar admiração e homens metidos a intelectuais ao extremo,invés de me impressionar me assustam,fico a imaginando um ser deste deve no minimo discutir relação em aramaico!Burro não claro,mas prefiro alguem que tenha algum conteúdo que seja útil,que eu possa usufruir depois e compartilhe de forma natural,não forçada,mas sendo agradavel!De novo escrevi demais!!!
Besos
Nada a declarar..
Que descrição do pedante profundaaa.. rsrsrsr... Falastrão é um problemão. Detesto homem sabe td(não sabe nada) rsrsrsr...
Beijo
Pessoas pedantes sao de dificil convivencia, seja em relacionamento ou no trabalho!
Relacionamento a gente ainda consegue se "livrar" (pode ser dificil, mas nao impossivel), mas no trabalho?! Ainda mais quando precisamos muito do $$$ (meu caso, rsrsrs)
Beijos
OMG!!! cada um q vcs encontram hein...rs...
SÓ A LOBOTOMIA SALVA!!!!
Bridget, vc não está só, sempre quis entender com os números,mas eles me odeeeeiam,rs. "Eu até acho que alguns animais e objetos são pedantes (não vou me alongar nesta teoria, pois estou lúcida, beijos)" Fiquei curiosa, qdo não estiver lúcida estarei esperando p saber mais, adoo teorias,hehe. ;)
Ai fiquei querendo saber o que tu fez pra dar motivo pra ele terminar. Ensinaê!
E já ouviu falar do pedante sexual? E pior que esse. São aqueles babacas que gostam de demonstrar experiencia e habilidade sexual... falando. Mas ó, quem muito fala não faz, beijos!
LEONARDO: Este filme aí é "Cocoon", mas tenho certeza absoluta que vc estava sendo irônico. Beijo grande!
TPM: Trabalhou em locadora tb? Eu trabalhei muito tempo em locadora (1º emprego e depois, mais tarde um freela que eu adorava fazer na 2001) e isso me fez começar a gostar de filmes. Não só de cinema, adoro os Made for TV, tb. Toca aqui, parceira!
CRIS: Papillon com Platoon, fia! E no meio de um Quiz que valia dinheiro, então vc imagina, né? Vai rindo, vai rindo! rs
JEAN GREY: Ja vou lá ver, fia! Beijo pra ti!
ANITA: Que bom que curtiu! Não sei se o coloquei em seu devido lugar, mas ele está no lugar que deve. Bjo.
LEO: Pixote, nem sempre é Babenco, mas nesse caso era! Eu não arroto. Acho feio! Beijinho!
IAIA: Homem bem-humorado é a coisa mais legal que existe. Não resisto. Mas isso é super lugar-comum, pois a gente cansa de dizer isso, né? Nerd tb é bom. Alias, nerd é ótimo, sou fã. E homem pedante é desgusting. Point!
CRISTINA: UAU! Eu geralmente me lembro de nomes de atores, filmes e tal, mas confundo e já virou uma marca registrada. Mas me diz, como vc se lembra de tanta coisa assim? Vc sim é uma enciclopédia. E qto ao filme do "Buguedi" eu acho q sei pra quem perguntar, viu? Ja venho com a resposta.
RAFA: Ah, não! Tem que comentar poxa! Justo vc sem nada declarar? O post tá tão ruim assim?
JULIANA: Homem falstrão? Cru-zes. De falastrona já basta eu!
CRYSTAL: Gente pedante no trabalho não ajuda em nada, irrita e prejudica a produtividade. Gelo nelas!
LYANA: Só, fia...Só a lobotomia salva.
JOSYE: Qualquer dia eu te conto. Mas lúcida eu nunca falo nada com nada.
FABIANNY: Mas não é que vc chegou num ponto delicado e real da situação? O pedante sexual é o pior. Graças a deus nunca deparei com um pessoalmente. Conta pra gente do teu!!!
É tão aliviante dizer: "eu não sei". Aprendi isso e minha vida se tornou simples. Talvez comecem te achar um tapado, mas nao significa que quem o chama assim não seja pedante. O pedante realmente se acha sábio, são pessoas extreamemnte narcisistas. Consegue impressionar alguem tão ou mais ignorantes que eles, por isso você nunca verá um sozinho e geralmente tem fama de quem são excepcionais.
Gostei do blog, excelente idéia. É como se montassem um consultorio de psicanalise num banheiro feminino. Vocês são exigentes, mas fico feliz por serem heterosexuais (tenho trauma da minha ex-gay). =/
Só tenho uma coisa a dizer: os politécnicos passaram a vida estudando tanto pra entrar na faculdade, que não tiveram tempo de amadurecer!!!
Eles nunca amadurecem, a maioria fica preso na adolescência (período que a pessoa acha que sabe tudo e só fala m**** - com o perdão do palavrão... rsrs).
"Ele, extremamente metódico, eu, completamente caótica."
Acho que sei exatamente do que vc tá falando. rs. Faço comunicação e namorei um físico que nunca entendeu pq eu insistia em comentar os planos e roteiros dos filmes.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Bom.. então para não dizer que não declarei nada, adorei essa frase, acredito que uma das melhores que já li no blog: "Ele, extremamente metódico, eu, completamente caótica."
E tambêm fiquei pensando.. você como mulher madura e bastante adulta, qual foi o motivo que você deu para ele terminar com você?! Nem consigo imaginar.. ;)
Mas que irrita mesmo alguém te corrigir, isso irrita, ainda mais se for seu(ua) namorado(a) .. eu já tive uma fase assim, que achava que sabia tudo e corrigia os outros.. mas vi que não era legal apartir do momento que conheci uma pessoa que fazia a mesma coisa e parei.. se a pessoa ta falando algo errado e eu sei que ta, eu deixo quieto, a não ser que me perguntem.. ;))
E agora vou tentar achar esse filme (Quem matou Pixote?) para poder ver.. (=
Beijos
kkkkkkkkkkkkkkkkk..
Rpz ele querer conhecer as mesmas coisas que você tudo bem né? Agora, ele achar que entende demais só porque passou a conhecer as coisas é ser pedante mesmo. Hehehehehe..
Abraços!
Pensando aqui em como você conseguiu se divertir com um ser chato pra caralho desses... mas ok... eu tb já namorei um pedante. Um chato que só falava de vinhos. E esse namoro durou quase 3 anos. ¬¬ Retiro a primeira pergunta. Hehehe...
Rapaz deselegante, hein?
Não vejo problema em corrigir...em ensinar...nada disso. Vejo problema em ter esse ar superior.
Acho digno qnd a pessoa trata com igualdade e sabe ser humilde.
Se nao for assim, nao serve pra mim.
E outra...jamais na frente dos outros ne?
Esse sujeito deveria lembrar bons momentos com vc na frente dos outros em vez d querer humilhar. Sifudê!
Em tempo...comentei no post do doido moralista. Acho q ngm me leu.rs
Bjo queridas.
Digo mais. Não existe nada que me irrite mais que pessoas pseudo-intelectuais (caiu o hímen? digo, hífen.).
Acho muito intelectual uma pessoa q ensina os outros por prazer e que tem a modéstia de se permitir aprender. O mundo precisa d gente assim.
Onde será q andam os homens decentes do mundo? Será q existem?
Acho que vou fazer a Lady GaGa...a hermafrodita. Pq tá triste aturar.
CARLOS SARAIVA: lendo todos os nossos posts, você acha MESMO que nós somos exigentes?!? rs
Veja cada tranqueira que a gente pegou pra tratar!
Vou comentar porque está em tempo ainda.
Chorei de rir em dois momentos.
Primeiro, com o dignóstico “Síndrome de Sadóviski” (não sei se é assim que se escreve o nome dele e não vou procurar no Google porque não é importante)! Conheço alguns doidos que sofrem da mesma patologia. E pior: eles acham que sofrer disso é BOM! Pra quem não sabe, Sadóviski era da revista SET, sobre cinema. Revistinha meio chinfrim.
E o segundo momento em que eu miacabei de rir foi lendo o comentário do Leonardo. Porque, oi?, ele pode ter sido irônico ao “confundir” Platoon com Cocoon, mas eu confundia de verdade quando era mais nova. Hoje eu sei bem a diferença dos dois, mas ainda levo uns 5 segundos para me situar quando ouço “Platoon”.
Bem, doido pedante eu já peguei também. Ele não ficava me corrigindo, mas adorava dizer que tinha comido “blue cheese” e tomado um “clicquot” sei lá das quantas. Boring! Eu adoro experimentar coisas diferentes, requintadas, whatever, mas não fico escrevendo isso no meu blog(?!?).
Talvez eu seja pedante também quando falo sobre o que sei de verdade, mas dificilmente corrijo as pessoas, mesmo que elas cometam erros do tipo “eu si divirto”, “está chuvendo muito”. Enfim... Coisa de gente que sofre de Diplomacia Exacerbada (DE).
Beijos, Brid!
P.S.: saudades do roteiro “Eduardo e Monica” da época da faculdade. Acho que foi por causa do sarau com nosso Doido Grego... “Bocas amargas beijam melhor”, né? ;-)
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