Caso clínico:
Homem, 28 anos, casado, bancárEo (não "banqueiro", infelizmente), moreno jambo (ui!), um pouco acima de 1,72m, corpo atlético. Tudo começou com um amor platônico na faculdade. Lembram daquele famoso poema de Drummond, Quadrilha? Pois bem, era assim:
Dra. Lee Holloway amava Dr. Edward Grey que amava Dra. Satine que amava Dr. Jack Sparrow (o doido deste post) que amava Dra. Lee Holloway.
Dra. Lee tinha faniquito quando via o amigo do doido em questão e mal percebia que Dr. Jack Sparrow babava por ela. Digamos que até Dra. Lee chegar a ter algum tipo de interesse por Dr. Sparrow passaram-se QUATRO anos, tá? Nesses quatro anos, fui acompanhando a evolução do relacionamento dele com uma outra menina: pegação, namoro, término de namoro, namoro de novo, noivado, morar junto, casamento na igreja com direito a convite de casamento PARA MIM e tudo mais.
Muito digna, não fui à cerimônia, mas depois que vi a aliança na mão dele, algo mudou. Sabe quando você não é louco pela pessoa, mas gosta de saber que essa pessoa é apaixonada por você? Então, naquele momento meu lado egoísta se sentiu desprezado e, subitamente, comecei a ver o doido de outra forma. E ele, mesmo casado, vez ou outra ainda se mostrava interessado. Até que um dia, aceitei o convite dele pra conversar em um barzinho. Saímos, conversamos e, DEPOIS DE QUATRO ANOS, nos beijamos. Não sei se a tensão sexual acumulada ajudou, mas foi muito bom. E nos empolgamos. E aí, no carro, ele vira pra mim e diz:
- E aí, Lee? Vamu dá um rolê mais quente?
Diagnóstico inicial:
Pára tudo! "ROLÊ" não! Eu lá sou "mina que dá rolê"?
O meu bancárEo alfabetizado, letrado e apaixonado foi acometido pela Síndrome do Peão de Obra (SPO). Lá vou eu dizer que respeito muito a classe trabalhadora, mas esse tipo de linguajar é muito comum entre os companheiros da construção civil. E esse linguajar popularesco não me agrada muito. Sorry.
Tratamento aplicado:
Acho que quem aplicou o tratamento foi ele, não? Tratamento de choque para EU parar de frescura e deixar homem casado em paz. E óbvio que eu não fui dar rolê nenhum, afinal, sou fresca mesmo. Sou exigente quanto ao bom uso da língua portuguesa principalmente em momentos cruciais, como o que foi relatado.
Resultado obtido:
Com essa frase de efeito, eu só poderia me render à cura definitiva. E o doido casado? Não sei se a SPO dele se manifestou novamente, mas garanto que, comigo, nunca mais. Embora a Safadeza Crônica dele ainda o obrigue a me ligar de vez em quando.
Homem, 28 anos, casado, bancárEo (não "banqueiro", infelizmente), moreno jambo (ui!), um pouco acima de 1,72m, corpo atlético. Tudo começou com um amor platônico na faculdade. Lembram daquele famoso poema de Drummond, Quadrilha? Pois bem, era assim:
Dra. Lee Holloway amava Dr. Edward Grey que amava Dra. Satine que amava Dr. Jack Sparrow (o doido deste post) que amava Dra. Lee Holloway.
Dra. Lee tinha faniquito quando via o amigo do doido em questão e mal percebia que Dr. Jack Sparrow babava por ela. Digamos que até Dra. Lee chegar a ter algum tipo de interesse por Dr. Sparrow passaram-se QUATRO anos, tá? Nesses quatro anos, fui acompanhando a evolução do relacionamento dele com uma outra menina: pegação, namoro, término de namoro, namoro de novo, noivado, morar junto, casamento na igreja com direito a convite de casamento PARA MIM e tudo mais.
Muito digna, não fui à cerimônia, mas depois que vi a aliança na mão dele, algo mudou. Sabe quando você não é louco pela pessoa, mas gosta de saber que essa pessoa é apaixonada por você? Então, naquele momento meu lado egoísta se sentiu desprezado e, subitamente, comecei a ver o doido de outra forma. E ele, mesmo casado, vez ou outra ainda se mostrava interessado. Até que um dia, aceitei o convite dele pra conversar em um barzinho. Saímos, conversamos e, DEPOIS DE QUATRO ANOS, nos beijamos. Não sei se a tensão sexual acumulada ajudou, mas foi muito bom. E nos empolgamos. E aí, no carro, ele vira pra mim e diz:
- E aí, Lee? Vamu dá um rolê mais quente?
Diagnóstico inicial:
Pára tudo! "ROLÊ" não! Eu lá sou "mina que dá rolê"?
O meu bancárEo alfabetizado, letrado e apaixonado foi acometido pela Síndrome do Peão de Obra (SPO). Lá vou eu dizer que respeito muito a classe trabalhadora, mas esse tipo de linguajar é muito comum entre os companheiros da construção civil. E esse linguajar popularesco não me agrada muito. Sorry.
Tratamento aplicado:
Acho que quem aplicou o tratamento foi ele, não? Tratamento de choque para EU parar de frescura e deixar homem casado em paz. E óbvio que eu não fui dar rolê nenhum, afinal, sou fresca mesmo. Sou exigente quanto ao bom uso da língua portuguesa principalmente em momentos cruciais, como o que foi relatado.
Resultado obtido:
Com essa frase de efeito, eu só poderia me render à cura definitiva. E o doido casado? Não sei se a SPO dele se manifestou novamente, mas garanto que, comigo, nunca mais. Embora a Safadeza Crônica dele ainda o obrigue a me ligar de vez em quando.
34 psicanalistas diagnosticaram:
uhauhauhauhauauhauauh
essa foi a pEor!!
http://devaneiosinsanidade.blogspot.com/
Dar um rolê é o fim da picada! eahuehuehuaeu.
:*
vários defeitinhos são aceitáveis...
casado até aceitei um uma vez pra nunca mais.
mas falta de nível jamais!
se a síndrome - SPO-não foi curada na faculdade, nunca será!
além disso tem a safadeza...
boa saída dra. lee!
dar um rolê com a dita dele...
Dra.Lee( A musa)
Gostaria de primeiramente agradecer por uma postagem , já que a muito tempo a sua pessoa não dava o ar da graça e não colaborava com diagnósticos sobre doidos em questão e devo admitir que muito me interessa saber como vc agia e reagia a determinados fatos.
Sobre o relato, tenho que concordar que o uso das palavras pelo dito cujo não foi a mais acertada e que pode ter causado um corte em sua libido...mas não podemos esquecer que um rapaz com muito tesão não consegue raciocinar direito e nem formular as frases mais criativas. Portanto, te devolvo um pergunta: Caso em vez de ele falar "rolê" ele te chamasse com todas as letras para um Motel...vc iria ou não?
Porque as vezes tentamos amenizar um pouco as palavras para não parecer tão diretos e a emenda acaba ficando pior do que o soneto.
Quero aproveitar a oportunidade também pra mandar um beijão para a alma do Blog que é a gata da Dra.Bridget, mas que anda tão ocupada que nem responder mais individualmente cada comentário ela tem feito... coisa que ela fazia com muito garbo e elegância e que com toda certeza fazia o diferencial do Blog.
beijos pras duas
EU ENTENDI BEM ???
A CANTADA ROLÊ ?
CAMISA DE FORÇA NO DOIDO, ALÉM ENROLADO (LEIA-SE, CASADO), CONVIDA UMA DRA. PARA DAR UM ROLÊ? A DRA. AGIU MUITO BEM, AO DISPENSAR O PACIENTE, PRÁ MIM, ROLÊ É BIFE, AQUELE A ROLÊ, GERALMENTE COM CARNE DE SEGUNDA COMO O PACIENTE .... SORRY... FRESCURAS A PARTE, ODEIO PESSOAS QUE ASSINAM A LÍNGUA PORTUGUESA DESSA FORMA !!!
BEIJOS
Porque temos essa tendência de virar trogloditas quando os hormômios afloram???
Espero que não fique assim depois de coroa...
Dra... vc merece muito mais. Se vc dispensou antes, não recolhe depois porque já é lixo.
Bjocas (plural again)
Dra, precisou esperar quatro anos e uma alinça no dedinho do doido bancarEo para tu te transformar num pára-raio...hahaha
Fez muito bem em não dar um "rolé"!!!
Beijos Doces e Vermelhos
Pô, é mó gostoso usar esse tipo de linguajar na hora h! "Pô guria, tu ta show, bora da uns pega forte no meu carango?"
Querida Doutora, assino embaixo. Certos tipos de linguajar e certos erros de português me tiram o tesão... Por outro lado, há umas gírias, uma expressões que a-mo... Mas isso é outra história... Coisas do amor...
Enfim, que bom que passou o bancáreo adiante, ou melhor dizendo, o devolveu intacto à sua digníssima.
PS: Se fosse carioca, o safado lhe chamaria pra um "rolé", mas, na boa, acho que essa gíria nem se usa mais.
Depois, além de usar linguajar desatualizado e de peão, é brega. "Rolê mais quente"??? Tem dó!
Hoje estou acamada e com medo de estar com dengue. Um humor de fazer inveja... Tolerância zero, hahahaha!
PQP!
Pode xingar aqui?
Agora já era...
Bom, complicado, não acha?
Esse foi o melhor tratamento que vi aqui até hoje choque.
Qual a voltagem?
Me informe fazendo o favor porque preciso tomar algo assim.
Estou com SDFVNC.
Se você conseguir decifrar a síndrome me passe o remédio!
Beijos,
Paola.
Isso que eu chamo de dar com a cara na parede. eu prefiro atos não palavras.
Dra. Lee.
Eu sou do tempo... em que para conquistar a atenção de uma donzela... era necessário:
1) Boa Postura Física;
2) Bom "feeling";
3) Ótima Linguagem Visual; e
e... sem dúvida:
4) Um adequado linguajar.
Para uma paquera ter êxito... era necessário uma conversa eloqüente e cheia de conteúdo.
Uma "Senhora" Dança do Acasalamento... rs.
Hoje são tempos modernos... rs.
Mas.
O jeito antigo ainda é o melhor.
Parabéns pelo tratamento escolhido.
Abração forte pra ti.
Amiga minha! Eu me lembro deste caso como se fose ontem (e olha que já faz um certo tempo que nós pegamos o canudo (Ui!)).
Este ser além de te chamar pra dar rolês era contumaz na prática de chamar vc tb pra "ir de cavalo" o que significa dar uma carona no português correto.
Fez muito bem!
Apesar de gostoso, cheiroso e beijar bem (vc que disse) não merecia muito mais atenção do que isso. O amigo dele (que hj sabemos ser um "delicato gay") era bem mais aproveitavel...
Deusa *Strela* que o diga! (piada interna)
Aliás, pra que "dar um rolê"? Tudo podia se resolver ali mesmo, no carro, né? Ou vocês não estavam saindo de um boteco? Aliás, e o banheiro do boteco? Não era limpinho?
De qualquer modo, ele podia ter sido mais sutil. Podia ter pedido pra Dra.:
1) Falar no microfone
2) Pegar o celular no bolso dele
3) Descabelar o palhaço
CARÍSSIMO KEVIN LOMAX (Fico sempre imaginando Keanu Reeves qdo vejo este nome!)
Estou voltando a ativa aos poucos. Não tenho tido tempo hábil nem para raspar as axilas, mas o diferencial do blog em responder aos comentários individualmente logo estará de volta! Adoro fazer isso!
Beijobrigadaporlembrar!
Ai, SPO é tudo de ruim!
Pior que ele uniu SPO á gíria idosa, porque, quem hoje em dia ainda fala em dar "rolê"?
Só mesmo os digníssimos colaboradores da construção civil.
Depois compartilho com vocês o meu caso de SPO, totalmente traumatizante!
Beijos, doutoras!
Curiosamente, ele prova q nossa caríssima Dra Lee sofre de algo q afeta 90% das mulheres: SDMPE - Síndrome da Musa Platônica Esnobe. Não querendo ofendê-la, caríssima, mas é tiro e queda q a mulher por quem um homem é sabidamente doido de amores vai se afetar quando esse desistir e encontrar uma que lhe dê bola.
*escrevendo na receita* 4 sessões de spanking devem bastar, Dra Lee. *rs*
Grande abraço e tem novidades no Palácio.
Troll
O problema é que o cara é bancário, e não banqueiro! Lembre disso na próxima vez, Liz!
Guardei dois brigadeiros da festa dessa semana: um pra você e outro pra dra. Bridget!
Vão lááááááááááááááááááá!!!!!!!
Bjoooooooooooosssssssssssssss!!!
prefiro o bom e velho 'oi, vamos nos-amar?'
bem melhor.
Pelo jeito, esse cara não era bem o Sparrow... tava mais pra esparro, mesmo! :) Boa semana, doutoras
Ai... me sinto tão conectado à essas histórias. Será que isso é ruim??
Gente, a-mei o blog de vocês.
Juro que imaginei esse mocinho dando uma piscadinha na hora da pergunta do rolê.
Bridget, fiquei até sem graça com os elogios. Em agradecimento vou te mandar os brincos de presente.
Olha, tô adorando o mistério que causei sem querer com o lance do cheiro de salão!
Melhor do que responder, só mesmo fazer uma enquete.
E aí, o que que cê acha?
beijostaconvidadaprapróximasuruba!
LINDARÊ: pEor que adEvogado!
CIÇA: o fim de todas as picadas do mundo de todos os tempos!
IARA: é verdade! Se nem a faculdade deu jeito, a SPO é um grande desafio pra humanidade ainda!
KEVIN LOMAX: Musa? Uau, tô me achando agora! rs. Bem, vamos à pergunta. Se ele me chamasse com todas as letras para ir ao motel, eu iria, claro. Não tenho nada contra essa palavra, muito menos contra o local. Agora, tem um ponto importante: o cara não pode chegar do nada e me convidar pra ir ao motel. Tem todo um ritual antes. Como disse o Antonio nos comentários, tem toda uma dança do acasalamento...
DM: pois é... além do próprio doido ser à rolê, a cantada à rolê é o fim!
ANTONIO J. XAVIER: espero que não vire troglodita nem jovem nem idoso. Mulher de nenhuma idade gosta. rs
PITANGA DOCE: 4 anos para o bancárEo se transformar em peão de obra... Dra. Lee era bem menos esperta.
SURREALISMO DO ACASO: vc é bancárEo e casado?!? Meninas, cuidado!
ANA PAULA: olha, tb sou fã de algumas gírias e expressões, mas que não ferem a língua portuguesa! Agora, pela minha experiência com cariocas, acho que se o doido fosse do RJ não me chamaria pra "rolé" mas me levaria direto pra uma batcaverna (sem me perguntar, claro) rs. (Espero que esteja melhor!)
PAOLA: aqui pode xingar à vontade! SDFVNC? Mande por email os sintomas que eu receito um tarja-preta infalível na hora!
RICARDO: tb sou mais fã dos atos!
ANTONIO XIMENES: poxa, que tal relançarmos a "Senhora" Dança do Acasalamento? E fazermos um cursinho pra essa homarada "de hoje"?
BRIDGET: nem me lembre que faz tempo que pegamos o canudo (ui!). Ri horrores com o seu comentário! Eu tinha esquecido do "cavalo", que era tão freqüente. Ahhhh! Meu post perdeu 50% da graça só pelo meu esquecimento... Droga! :(
MINICONTOSPERVERSOS: vem cá, vc tb é bancárEo? Com essas expressões aí, se não é, tem talento! rs. Olha, tudo podia se resolver no carro. Era só o cara não abrir a boca que eu tava facinha.
FIA: SPO traumatizante? Manda por e-mail!!!
TROLL: SDMPE? Hahahaha! Gostei. Aliás, me identifiquei. No entanto, homem tb gosta de uma bela esnobada... Quanto à receita, vou guardar com carinho pq atualmente não tem ninguém pra aplicar o tratamento. Como a Bridget disse, mandei aquele Dom de Merd&%$#@ dar um rolê pra sempre. Passo lá no palácio pra conferir as novidades. ;-)
BILL: Brigadeiro? Minha droga preferida! Tô indo!
THIAGO: com qual peão de obra vc aprendeu esse "vamos nos amar"? Fiquei arrepiada! Ui!
FLÁVIO: Sparrow/Esparro foi um trocadilho infame de minha parte...rs
HENRIQUE: se é ruim estar conectado às histórias? Não sei, mas pelo menos nós, pára-raios de doidos, não estamos sozinhos nesse mundo. Isso é um conforto para os momentos de angústia. Hehehe!
SHERAZADE: bem-vinda ao blog! Se ele desse a piscadinha, eu juro que vomitava. ;-)
pior seria se fosse rolezin... mas homem casado é maior furada... e outra vc diz que tah curada? tah nada, deixa bater o SAS (Síndrome de Abstinência Sexual)ou fulgo CIO, conhecido pelos animais... experiência própria... Bridget vlw a dica, já me recuperei dormi um bom sono fervi no fds e dei bastante pelo domingo a fora... me lavei e to "novo", até parece q essa de lavou tah novo! lavou da pra usar tah ai a dica!
Bjosemamante!!!
Dra, lamento lhe informar, mas nem o pessoal da obra utiliza esse linguajar raso.
Adorei o caso.
FALCÃO: é, SAS ou CIO são problemas sem solução até o momento. Com certeza quando eu tiver uma crise dessas, vou ter motivo pra escrever outro post. :p
SURFISTA: o pessoal da obra já deu uma atualizada, né? Agora eles chamam as minas pro "créu". Hehehe!
De repente o cara queria passear pelo seu corpo em chamas, eu perguntaria se estava afim de me levar para o inferno, ROLÊ pra mim é passeio, e o mais quente seria num lugar quente...
Todo errado!!!!
Homem casado é sempre fria, na maioria das vezes são mentirosos... Acho que o tratamento foi aplicado a srª Drª, ainda bem que a tempo da cura.
Beijinhos
ROLÊ?
Rolê MAIS QUENTE?
Comassim?
Tá amarrado.
beijos!
EU E ELA: homem casado, nunca mais. Mesmo.
LARISSA: é, não basta ser "rolê", tem que ser "rolê mais quente". Yuck!
rolê mais quente....
pq???
tem rolê à frio?? kkkkkkkkkkkk
Antes de mais nada, adorei o seu blog!
E o que me dá frio na espinha é assassinato da língua portuguesa. Imperdoável! Qualquer frase dita pelo cujo com essa sutileza paquidérmica e noção acadêmica de línguas zero seria digna de fuzilamento imediato!
Tenho que concordar: você de fato é pára-raio de doido:)
Mas eu gostei daqui...
Que agradável surpresa sua visita ao Errantes! Tks so much!
Como eu já disse, gostei muito daqui e vou tomar a liberdade de te linkar, ok?
Beijos
Postar um comentário